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14/08/2017
Citroën Aircross renovado enfrenta Honda WR-V
O Citroën Aircross sempre teve seu público cativo, mas seu antigo câmbio automático de quatro marchas era uma pedra no sapato do modelo aventureiro. Agora, o Citroën ganhou uma caixa de seis marchas, que o ajudou a vencer o WR-V no comparativo entre as versões de topo dos dois carros. Além das melhorias mecânicas, a tabela mais em conta do Aircross Shine 1.6, vendido por R$ 76.700, ante os R$ 83.400 do WR-V EXL, fez a balança pender para o modelo feito em Porto Real (RJ). O Citroën tem também custos menores de manutenção e seguro. De resto, eles foram bem equivalentes em vários quesitos. O Aircross leva pequena vantagem no porta-malas. O compartimento leva 403 litros e pode ser expandido até 1.500 litros, enquanto o volume possível no WR-V vai de 363 litros a 1.045 litros. O Honda até traz um prático sistema de rebatimento dos bancos, que permite várias configurações internas, mas na hora de encher o carro, o modelo da Citroën vai melhor. Os ocupantes também viajam com mais espaço no Citroën, embora os bancos do WR-V sejam mais confortáveis. As formas mais quadradonas do Aircross fazem dele a melhor escolha para quem costuma levar três pessoas no banco traseiro com frequência. Ambos trazem de série itens básicos como direção assistida, trio elétrico e ar-condicionado. No entanto, só o sistema do Aircross é automático e digital, ante o simples do WR-V. A falta de controle de estabilidade é falha grave nos dois modelos. Porém, só o Honda tem importantes air bags laterais e de cortina e GPS na central multimídia. Os sistemas de entretenimento dos dois carros são complicados de usar. O da Honda não tem botões físicos nem para ajustar o volume, que precisa ser feito por uma escala sensível ao toque, imprecisa e que dificulta o manuseio. A central do Aircross tem processamento lento e não traz Android Auto. O espelhamento de celulares que usam esse sistema operacional é feito por meio do Mirror Screen. Durante a avaliação, porém, foi impossível fazer o pareamento. Já o CarPlay, compatível com telefones da Apple, funcionou bem. Controversos. Por fora, os dois modelos têm visual discutível. Enquanto o Aircross de topo mantém o estepe pendurado na tampa, o WR-V, que é até bem resolvido de frente, aposta em lanternas em formato de bumerangue na traseira. Essa solução quebra a harmonia das linhas gerais. Citroën ganhou personalidade com o novo câmbio A mudança na transmissão do Aircross fez muito bem ao monovolume. O antigo câmbio sofria para levar às rodas a força do 1.6 (com potência de até 118 cv) e tirava muita agilidade do modelo. O consumo era bastante prejudicado. Agora, o comportamento do modelo melhorou bastante. Com escalonamento correto, o Aircross acelera e retoma velocidade com menos esforço e mantém giros menores em velocidade de cruzeiro na estrada. Se antes o 1.6 parecia até fraco para o modelo, agora consegue mostrar valentia mais que suficiente para um carro com apelo familiar. O comportamento melhorou mesmo com potência menor. Ante a versão do modelo vendida até então, o motor do Aircross tem 4 cv a menos. Além disso, a boa transmissão automática deixou o carro da Citroën mais gostoso de dirigir. Já o WR-V é equipado com transmissão CVT, de relações infinitas. As respostas do Honda são boas e o desempenho do 1.5 de 116 cv não decepciona, mas motorista e câmbio acabam demorando mais para se entender. O CVT responde rápido e o WR-V deslancha fácil, mas às custas de rotações elevadas por períodos mais longos, o que diminui razoavelmente o prazer ao dirigir o modelo. Ao menos, a suspensão do WR-V tem ótimo acerto e compensa a carroceria “altinha” do modelo, que até parece gostar de umas curvas. A direção também tem respostas mais diretas e mais peso que a do Aircross. O sistema do Citroën poderia ter mais precisão, principalmente em alta velocidade. Fonte: www.meucarronovo.com.br
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18/07/2017
Teste: Citroën C4 Picasso e Grand C4 Picasso, as minivans raiz
Com opções de 5 e 7 lugares, a minivan C4 Picasso promete retorno ao Brasil com muita tecnologia para atender a sua família, tenha ela o tamanho que tiver Pai, mãe, dois filhos (um no cadeirão, outro no assento elevado), babá, sogro, sogra… Viu como nem é tão difícil assim lotar um carro de sete lugares? Pois bem, a Citroën viu.   Remando contra o tsunami global dos SUVs (que não raramente também têm sete lugares), a marca francesa segue como uma das poucas a apostar nas minivans.   E agora parece que vai colocar mais fichas na jogada: com as renovadas C4 Picasso (cinco lugares) e Grand C4 Picasso (sete lugares), ela pretende vender 1.000 unidades por ano. Nem é tanto assim, mas já representa um grande salto em relação às pífias 218 comercializadas em 2016.   Fabricadas em Vigo, na Espanha, as minivans chegam às concessionárias do Brasil no fim de maio. Nem mesmo o facelift discreto e a exibição durante o Salão do Automóvel de São Paulo, no fim de 2016, diminuem o brilho dessa dupla. Nas ruas, muita gente as seguiu com os olhos, numa outra prova de que elas ainda despertam interesse. Se chamou a sua atenção também, prepare o bolso: o preço varia dos R$ 121.400 da C4 Picasso básica aos R$ 167.400 da Grand C4 Picasso completa.   A motorização é velha conhecida do brasileiro: o confiável 1.6 THP de 165 cv a gasolina. Com turbo, intercooler e injeção direta, funciona acoplado a uma transmissão automática de seis marchas, formando uma dupla bastante eficiente, ou seja, econômica quando administrada com suavidade e bem disposta quando exigida. Na pista, ambas aceleraram de 0 a 100 km/h abaixo dos 10 segundos, com consumo superior a 10 km/l na cidade e de cerca de 13 km/l na estrada.   Como é de se esperar de um veículo tipicamente familiar, a suspensão privilegia o conforto, embora o conjunto traseiro trabalhe um tanto ruidoso.   Lado a lado, as diferenças entre as versões de cinco e sete lugares estão a partir da porta traseira. No perfil, a janela extra delimita bem a extensão que permitiu a instalação do par de bancos extras.   O modelo de cinco lugares tem 4,43 metros de comprimento e 2,79 de entre-eixos. O maior mede, respectivamente, 4,6 e 2,84 metros. Saindo do perfil e chegando à traseira é que surgem as grandes diferenças. O de cinco lugares, direcionado a um público mais jovem, tem um estilo mais esportivo, com lanternas horizontais. No de sete, a Citroën optou por um conjunto óptico de contorno sinuoso.   Ao contrário do que se imagina, o acesso à terceira fileira de bancos é fácil, pois a fila central corre sobre trilhos e tem bancos individuais e dobráveis – mesmo a versão de cinco lugares conta com essa facilidade. Minivans de raiz, as C4 Picasso têm na modularidade e no espaço as suas grandes armas. Soluções como porta-objetos no assoalho e bandejas no encosto dos bancos, claro, têm presença garantida. Até o câmbio colabora para reservar mais espaço para as pessoas, com sua alavanca seletora de marchas na coluna de direção, junto ao volante. No porta-malas, o volume varia em função da posição dos bancos: de 537 a 630 litros na de cinco lugares e de 130 a 704 litros na de sete. Com a segunda fileira avançada e a terceira recolhida, ou seja, com bancos armados para cinco ocupantes, o volume máximo é de 575 litros. Cedidas para teste em suas versões mais completas, as duas minivans impressionam pelo elevado nível de itens de tecnologia, segurança e conforto. Entre os equipamentos: telas de 7 e de 12 polegadas, faróis de xenônio direcionais, reconhecimento de leitura de placas de velocidade, sistema ativo de auxílio de estacionamento, bancos dianteiros com ventilação e massagem e teto panorâmico fixo. E aí, seu planejamento familiar e a sua garagem têm espaço para uma dessas minivans?   Veredicto   Bonitas, completas, espaçosas e eficientes, as novas C4 têm todas as armas para enfrentar os SUVs de cinco e sete lugares. Só perdem em um ponto (crucial): são minivans, não SUVs.   Preço das versões de 5 e 7 lugares   Seduction   Faróis de neblina, ar dualzone, sensor de farol, rodas 17, multimídia com tela de 7 polegadas, freio de estacionamento elétrico, assistente de rampa, controle de tração e estabilidade.   R$ 121.400 (5 lugares) R$ 131.400 (7 lugares)   Intensive   Seduction mais teto panorâmico, lanternas de led, faróis auxiliares de curva, faróis de xenônio, tela extra de 12 polegadas, câmera de ré, chave presencial.   R$ 132.000 (5 lugares) R$ 142.000 (7 lugares)   Intensive Confort   Intensive mais bancos com couro e tecido, sistema de câmera 360 graus, alerta de ponto cego.   R$ 141.900 (5 lugares) R$ 152.500 (7 lugares)   Intensive Luxe   Intensive Confort mais bancos de couro, sistema de reconhecimento de placas de velocidade, sistema de alerta e correção de desvio involuntário de faixa, farol alto automático, tela nos apoios de cabeça dianteiros. R$ 152.000 (5 lugares) R$ 167.400 (7 lugares)   Teste de pista (com gasolina)   C4 Picasso Grand C4 Picasso Aceleração de 0 a 100 km/h 9,5 s 9,8 s Aceleração de 0 a 1000 m 30,6 s – 171,5 km/h 30,9 s – 171,7 km/h Retomada de 40 a 80 km/h 3,9 s 4,2 s Retomada de 60 a 100 km/h 5,2 s 5,3 s Retomada de 80 a 120 km/h 6,4 s 6,7 s Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0 15,5/26,6/62,6 m 15,5/27/62,3 m Consumo urbano 10,6 km/l 10,3 km/l Consumo rodoviário 13,3 km/l 12,7 km/l Ficha Técnica   C4 Picasso Grand C4 Picasso Motor 4 cil., gas., diant., transv., 1.598 cm3, 16V, turbo, 165 cv a 6.000 rpm, 24,5 mkgf a 1.400 rpm 4 cil., gas., diant., transv., 1.598 cm3, 16V, turbo, 165 cv a 6.000 rpm, 24,5 mkgf a 1.400 rpm Câmbio automático, 6 marchas, tração dianteira automático, 6 marchas, tração dianteira Suspensão McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.) McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.) Freios disco ventilado (diant.) e disco sólido (tras.) disco ventilado (diant.) e disco sólido (tras.) Direção elétrica elétrica Rodas e pneus 205/55 R17 205/55 R17 Dimensões comprimento, 442,8 cm; largura, 182,6 cm; altura, 162,5 cm; entre-eixos, 278,5 cm; peso, 1.405 kg; porta-malas, 537 a 630 litros comprimento, 459,7 cm; largura, 182,6 cm; altura, 164,4 cm; entre-eixos, 284 cm; peso, 1.430 kg; porta-malas, 130 a 704 litros Preço De R$ 121.400 a R$ 152.000 De R$ 131.400 a R$ 167.400 Fonte: www.quatrorodas.abril.com.br
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13/07/2017
Citroën C3 automático: câmbio novo, vida nova
Com uma nova transmissão automática de seis velocidades, hatch premium da marca reforça suas qualidades Está cada vez mais difícil adicionar o termo “premium” a qualquer tipo de carro. Talvez seja pelo excesso de uso da palavra, mas o fato é que um hatch que queira usar tal adjetivo não se pode dar ao luxo (sacaram o trocadilho?) de ter componentes mecânicos em descompasso com os seus principais concorrentes. O Citroën C3 automático era um desses carros ameaçados de ficar para trás. Mas agora ele trocou o câmbio de quatro velocidades por um de seis marchas e a vida mudou. Para melhor, caso queiram saber. Vamos ver como a novidade, avaliada na versão Exclusive topo de linha (R$ 65.490), se sai. Marcha a marcha: o que mudou na mecânica? Não foi apenas trocar o câmbio. O C3 passou por mudanças na entrega de desempenho para se adaptar melhor à transmissão de seis velocidades fornecida pela japonesa Aisin. Houve diminuição na potência no 1.6 16V flex com comando variável de válvulas, que foi de 122 cv para 118 cv com etanol (com pico a 5.750 rpm). A Citroën ainda não deixou claro qual o motivo da redução, mas o mais provável é que tenha sido alterada a curva de torque para entregar mais força em rotações mais baixas, compensando o uso de marchas mais longas no câmbio por meio da intervenção na ação dos variadores de fase nos comandos de válvula. O torque máximo é de 16,1 kgfm a 4.750 rpm tanto com etanol quanto com gasolina. Pesos e medidas As novidades do Citroën C3 se concentraram embaixo do capô, então é natural que as suas medidas não tenham se alterado muito. O hatch tem 3,94 m de comprimento, 1,71 m de largura, 1,52 m de altura e 2,46 m de entre-eixos. O porta-malas é capaz de acomodar até 300 litros de bagagens. A versão Exclusive é a mais equipada da linha, portanto, também é a mais pesada, com 1.202 kg. O que tem de bom? De série, o C3 Exclusive traz direção elétrica, ar-condicionado automático, trio elétrico, porta-luvas refrigerado, banco do motorista com ajuste de altura, volante com regulagem de profundidade e altura, faróis de neblina, sensor de estacionamento traseiro, central multimídia sensível com tela sensível ao toque de 7 polegadas, para-brisa Zenith, volante revestido de couro, acabamento cromado nos espelhos e rodas de liga leve de 16 polegadas. Relembrando meu primeiro carro de teste Vocês podem achar que estou brincado, mas lá nos idos de 2008, quando eu peguei meu primeiro carro de teste como repórter aqui pelo iCarros, tal carro também era um Citroën C3 Exclusive automático - então na primeira geração do modelo. Desde então dirigi o hatch quando recebeu a segunda geração em 2012 e, mais recentemente, quando foi lançada a nova transmissão automática. Então podemos dizer que eu acompanhei bem a evolução do C3 nesses quase dez anos e me vejo mais uma vez à frente de um C3 Exclusive automático. Mas que evolução... Às vezes, esse intervalo tão grande entre pegar o carro pela primeira e depois pela segunda vez faz com que as qualidades caiam no esquecimento. Mas basta a primeira volta para trazer tudo à mente de novo. Olhando no passado, a versão Exclusive com câmbio automático era focada no conforto. Isso o C3 oferece com sobra. Os bancos dão bom suporte aos passageiros, o teto é bem alto e, no geral, a impressão é de que a cabine é bem arejada, ainda mais com o para-brisa Zenith, que se abre até o meio do teto. O isolamento acústico é dos melhores na categoria e, com o carro em movimento, não dava para se ter uma percepção do mundo lá fora. A suspensão é claramente focada no conforto, tanto que cheguei a pensar que a minha rua tinha sido recapeada, pois os solavancos estavam menos irritantes que o normal. E ainda tem a direção elétrica, levíssima no trato. Mas em qualquer retomada ou aceleração forte, o antigo câmbio automático de quatro velocidades quebrava esse ambiente agradável, forçando o motor a trabalhar em altos regimes para compensar a falta de mais marchas. Graças à nova transmissão de seis velocidades, isso não acontece mais. Raramente o C3 ultrapassa as 2.500 rpm e, usando o modo Eco (focado na eficiência), o limite é de 2.000 rpm a menos que o motorista pise mais forte. Isso não só deixa a condução mais confortável e em linha com a proposta do hatch, como também deixou o carro razoavelmente econômico. A unidade avaliada estava abastecida com gasolina e, mesmo no trânsito pesado da capital paulista, obteve uma média de 9 km/l. Nada mal para um carro 1.6 automático que não tem foco específico na economia de combustível. Claro que, mesmo fora do modo Eco, o câmbio não é o que se poderia chamar de ligeiro nas respostas e o motor tem um fôlego apenas “suficiente” para que o carro vá bem na cidade e rode na estrada. A troca de marchas ocorre de maneira imperceptível. O objetivo do C3, afinal, é trazer conforto no final das contas. Algumas coisas já estão entregando a idade do projeto desse hatch da Citroën. É o caso do acabamento. Ele é visualmente agradável, mas abusa dos plásticos rígidos. O painel de instrumentos já está começando a cansar e os botões do controle de ar-condicionado automático já aparentam a idade que têm. A tela multimídia é um avanço no projeto, tem boa resolução e é fácil de operar, mas peca por trazer o espelhamento de smartphones pelo Apple Car Play, para iOs, e Mirror Link, para Android. Nesse caso, um Android Auto seria mais que bem-vindo. No entanto, os botões físicos de controle da tela ficam abaixo do ar-condicionado em posição pouco ergonômica. O mesmo aviso fica para os comandos do rádio e do controle de cruzeiro. Feitos por hastes atrás do volante. Eu sou o primeiro a apreciar um volante limpo, sem botões, como no Porsche 718 Boxster, mas em um carro urbano, a comodidade fala mais alto. Isso e a aparência da haste e botões dos controles de áudio não têm a mesma sensação de qualidade do resto da cabine. Fonte: www.icarros.com.br
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11/07/2017
Citroën C4 Picasso reúne o melhor da tecnologia automotiva
O novo Citroën C4 Picasso usa as tecnologias mais modernas do setor automotivo para oferecer conforto absoluto aos motoristas e passageiros. Na parte interna, o condutor consegue acompanhar as principais funções e informações do veículo por meio de duas telas. A do sistema multimídia, que é compatível com os recursos Apple Car Play e Android Auto, tem sete polegadas e exibe os controles de áudio, ar-condicionado e GPS. Os mapas também podem ser reproduzidos no visor de 12 polegadas, localizado na parte central superior do painel de instrumentos. Ele é uma ótima opção para quem gosta dirigir acompanhando as principais informações do percurso. É possível dividir o visor em até três quadros, que exibem diferentes funções, como velocímetro, conta giros e GPS. O sistema de sensores também aparece no visor, assim como a imagem das câmeras instaladas nos quatro lados do carro – dá para ver a imagens de três formas: visão 360 (para observar o veiculo de cima), visão traseira e visão dianteira. Juntos, os sistemas facilitam bastante a tarefa de estacionar o C4 Picasso, que tem 4,42 metros de comprimento na versão de cinco lugares e 4,59 metros na de sete. Carro copiloto As tecnologias implementadas no novo modelo da Citroën fazem com que ele atue como uma espécie de copiloto. Durante a condução, basta passar por placas de velocidade para que o veículo registre o limite máximo da via e indique a informação ao motorista. O carro também reforça a segurança dos passeios com os sistemas ESP (controle dinâmico de estabilidade), ASR (antiderrapagem) e de controle de tração inteligente. O recurso Alerta e Correção de Desvio Involuntário de Faixa avisa o motorista toda vez que o veículo ultrapassar a faixa lateral da via e corrige automaticamente o posicionamento do automóvel. Toda vez que o motorista quiser trocar de faixa, o veículo detecta se há algum obstáculo no ponto cego. Se a luz amarela acender no espelho retrovisor, o motorista sabe que não pode fazer a manobra. Park Assist O sistema de estacionamento Park Assist do C4 Picasso já dá uma prévia das tecnologias autônomas que devem dominar o mercado automotivo nos próximos anos. Na hora de estacionar em vagas paralelas ou transversais, o condutor consegue acionar um assistente, que assume o comando da direção e coloca o carro na vaga. Assim que a função é acionada, o motorista precisa esperar o veículo detectar a vaga. Depois, basta engatar a ré para que o carro faça as manobras. O condutor pode controlar o acelerador e o freio, mas não deve colocar a mão na direção, que se mexe por conta própria. Fonte: www.garagem360.com.br
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10/07/2017
Citroen C3 2018: conheça a versão automática de seis marchas
Novo câmbio automático de seis marchas equipa a versão 2018 do Citroen C3. Confira mais detalhes, a ficha técnica e veja se vale a compra!   Até o modelo 2017, o Citroen C3 era equipado com o câmbio automático de quatro marchas, sendo a versão mais cara da linha. A partir de 2018, as versões de topo de linha serão equipadas com o câmbio automático de seis marchas! Essas e outras mudanças prometem melhora no desempenho e ainda a redução do consumo. Confira mais detalhes do Citroen C3 2018! O motor segue o 1.6 flex de 118 cavalos. O que trouxe um bom fôlego ao modelo foi a mudança para o câmbio automático de seis marchas! O ponto negativo para isto é que a versão 2018 não conta com aletas atrás do volante, o que está presente na versão de quatro marchas.   Vale a compra?   Não. É nítido que não existe grandes diferenças entre o C3 e outros modelos da mesma categoria no quesito conforto e desempenho. Mas, no mercado, existem outros modelos mais atualizados e equipados com bons itens.   Agora, se você não quer largar mão do C3, escolha as configurações que já contem com o para-brisa panorâmico, ou seja, a partir do C3 Tendance.   Ficha técnica  Motor: Dianteiro, transversal, 4 cil. em linha, 1.6, 16V, comando duplo, flex   Potência: 118/115 cv a 5.750 rpm   Torque: 16,1 kgfm a 4.000 rpm   Câmbio: Automático de 6 marchas, tração dianteira   Direção: Elétrica   Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) e eixo de torção (traseira)   Freios: Discos ventilados (dianteira) e tambores (traseira)   Pneus: 195/60 R15   Comprimento: 3,94 metros   Largura: 1,70 m   Altura: 1,52 m   Entre-eixos: 2,46 m   Tanque: 55 litros   Porta-malas: 300 litros (fabricante)   Peso: 1.182 kg   Confira em nosso site as melhores ofertas do Citroën C3 usado à venda. Fonte: www.chavesnamao.com.br
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05/07/2017
Citroën C4 2018 ? Nova geração do hatch promete ousar no design
A Citroën lança no próximo ano na Europa uma geração totalmente nova do C4. Assim como nos últimos lançamentos da marca, o carro promete chamar atenção principalmente pelo design, ousado e futurista. Inicialmente o C4 será mostrado na forma de conceito no final desse ano, o protótipo terá estilo próximo ao da projeção acima, publicado pelo  site Carnow.   Projeção: C4 Concept – FerdfanPage – Via Carnow O C4 Concept, emprestará alguns elementos visuais do recém lançado C5 AirCross (foto abaixo), como a grade cromada dividida em duas seções, além dos farois Full-LEDs. Outra inspiração para o carro deve ser o Citroen Cactus, assim como o SUV, ele terá um estilo robusto e imponente, porém sem os Airbump (molduras plásticas), visualmente o Novo C4 estará mais crossover do que para hatch.   Acima o C5 Aircross modelo que deve servir de inspiração para a nova geração do C4 A ideia é que o modelo tenha um design marcante e arrojado, bem diferente do modelo atual, que não emplacou muito na Europa, em parte devido ao seu visual sem graças. A versão de produção do Novo C4 chega às ruas apenas no segundo semestre de 2018 e deve ser menos futurista, do que o protótipo que será mostrado, porém a maior parte dos elementos de design serão mantidos na variante comercial que chegará as lojas   Interior: Já a cabine terá a mesma arquitetura vista no C5 AirCross (foto acima), interior esse que promete surpreender pela qualidades do materiais e pela tecnologia a bordo. O acabamento inclui alumínio e couro, outro é o sistema multimídia infotainment com tela touchscreen de oito polegadas, o carro também virá com painel digital de alta definição atrás do volante, que substitui os marcadores convencionais.   Motores: Em termos de motores, assim como na atual geração, são esperado opções a diesel 1.6L e 2.0L, com níveis de potência que variam de 70 CV a 180 CV. Já o line-up a gasolina inclui rá um 1.2L com 110 CV ou 130 CV. Já o câmbio é manual ou automática de seis velocidades. Infelizmente, assim como aconteceu com a geração atual (foto acima), o Novo C4 deve ser passar longe do Brasil. Fonte: CarNow
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05/07/2017
Citroën Jumpy chega em outubro
O Grupo PSA já tinha confirmado para o Brasil a chegada do furgão Citroën Jumpy em 2017. Agora, a marca trabalha com o mês de outubro para seu lançamento por aqui. A ideia é aproveitar o bom momento dos veículos médios de carga no país e comercializar também versões para passageiros.  O Jumpy se move com um motor 1.6 diesel de 115 cv e 30,6 kgfm de torque. O trem de força traz câmbio manual de seis marchas e a produção do modelo será na Argentina, já sobre a plataforma modular da PSA, a EMP2. Alguns luxos estão no modelo na Europa, como head up display e central multimídia. Para o transporte de pessoas, tem até nove lugares, contando com o motorista, o que permitirá ser conduzida com carteira na categoria B.  Fonte: www.motordream.bol.uol.com.br
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