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02/08/2019
Citroën inclui equipamentos e lança nova versão PCD para o C4 Cactus
A Citroën anunciou hoje uma nova versão para o C4 Cactus, tendo como foco equipamentos para o público PCD (sigla para "pessoa com deficiência"). Segundo a montadora, é a versão mais completa para o segmento no mercado brasileiro. O preço para o carro, após as isenções de impostos, será de R$ 55.228,47 (o preço normal é R$ 69.990). Entre as novidades estão as inclusões de piloto automático, rodas de liga leva de 17 polegadas, comando no volante e farol de neblina. Ele também mantém os equipamentos da versão anterior: central multimídia com tela de sete polegadas, barras de teto, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa, detector de pressão de pneus, LED dianteiro e lanternas com efeito 3D. O modelo tem motor 1.6 VTi de 16V, com 118 cv de potência, direção elétrica com assistência variável, câmbio automático sequencial de seis marchas com modo ECO e SPORT e porta-malas com 320 litros. "A Citroën não alcançou um século de existência se conformando onde está", disse Ana Theresa Borsari, chefe da marca no Brasil. "Pelo contrário, o que nos fez chegar aqui foi a vontade de inovar e oferecer, cada vez mais, produtos melhores para nossos clientes. Sabemos que o C4 Cactus conquistou inúmeros prêmios da mídia especializada e que a versão PCD anterior sempre foi considerada uma das melhores, mas entendemos que a necessidade do mercado exigia por mais equipamentos, por isso lançamos o Novo Feel Business 2020." Fonte: Uol
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03/07/2019
Citroën apresenta série limitada para toda linha em comemoração aos seus 100 anos de história
A Citroën apresentou uma série especial no Brasil em comemoração aos seus 100 anos de história no mundo. Disponível para C3, Aircross, C4 Cactus e C4 Lounge, as unidades são limitadas de acordo com os modelos, no total de 550 exemplares. Todos modelos passam apenas por mudanças visuais, com detalhes em preto e dourado, como faixas, rodas, adesivos, tapetes e bordados com a inscrição "Origins" nos bancos. A carroceria é sempre branca perolizada. No caso do C3, a versão utilizada como base é a Urban Trail. De série há central multimídia, ar digital, direção elétrica, rodas de 16 polegadas e para-brisa panorâmico. O motor é sempre o 1.6 de até 118 cavalos de potência com câmbio automático de 6 marchas. Para o Aircross, a motorização é exatamente a mesma do hatch, assim como alguns equipamentos: central multimídia, leds diurnos e rodas aro 16. Porém, o ar-condicionado tem acionamento analógico. Nos C4 Cactus e Lounge, são combinados sempre o motor 1.6 turbo de até 173 cavalos de potência e o câmbio automático de 6 marchas com modos Sport e Eco. Também em ambos os casos a versão base é a topo de linha. Para o SUV, há rodas de 16 polegadas pintadas de cinza escuro, teto preto, sistema de frenagem automática, indicador de descanso, alerta de saída involuntária de faixa, central multimídia com Android Auto e Apple CarPlay, leds diurnos e 6 airbags. No caso do sedã, as rodas de 17 polegadas são diamantadas, e há teto solar, painel digital, central multimídia, faróis full led, sensor de chuva, faróis automáticos, bancos com revestimento do tipo alcantara e controles de tração e estabilidade. Fonte: Auto Esporte
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04/06/2019
Citroën completa 100 anos neste 4 de junho
A Citroën completa nesta terça-feira (4) 100 anos de existência e por isso selecionamos alguns fatos históricos que permeiam a história de uma das mais tradicionais marcas francesas, a qual opera no Brasil desde a década de 1990 quando chegou ao país pelas mãos do empresário Sergio Habib na época da abertura do Brasil aos carros importados.  Voltando para o centenário da empresa, o fundador André Citroën realizou o primeiro anúncio de sua iniciativa de criar uma marca de automóveis em 11 de abril de 1919, mostrando o primeiro carro do projetista francês, o Type A, que começou a ser vendido no dia 7 de julho. O modelo tinha 10 cv e atingia 65 km/h de velocidade máxima com seu motor de 1.323 cm³ e quatro cilindros. Em 1920, Citroën já havia comercializado 10.000 unidades do seu primeiro automóvel no intervalo de apenas um ano. Em 20 de fevereiro de 2921 o logo do Chevron começou a ficar conhecido em boa parte da França e, depois, no mundo: Citroën criou placas de estrada esmaltadas, para ajudar os franceses a se localizarem nas rodovias. Já em 12 de julho do mesmo ano foi apresentado o segundo modelo da marca, o B2, uma versão mais potente do Type A com 11 cv. Em 1º de outubro de 1922 ele lança o 5HP no Salão de Paris, ampliando o portfólio. E para provar que seus veículos eram resistentes, André Citroën decidiu fazê-los atravessar o deserto do Saara. Os pilotos Georges-Marie Haardt e Louis Audouin-Dubreuil viajaram de Touggourt (Argélia) até Timbuktu (Mali) e depois de volta a Touggourt. Os carros levaram de 17 de dezembro de 1922 até 7 de março de 1923 para completar a prova. Veja também: Teste: avaliamos o T-Cross, SUV compacto da VW Mas essa não era a única ação de marketing que francês criava para mexer com o imaginário dos consumidores. André Citroën começou a fabricar, em 1923, carros de brinquedo que eram réplicas em miniatura dos carros dos pais. Mais de 30 mil miniaturas foram vendidas nos primeiros dez anos. Voltando para os carros reais, em 1924 a Citroën contabilizou uma venda anual de 50 mil unidades. Tendo em vista o sucesso da travessia do Saara dois anos antes, a Citroën organiza a expedição Croisière Noire. Essa segunda expedição atravessa o continente africano de norte a sul, viajando de Colomb-Béchar até Cape Town, no período de 28 de outubro de 1924 até 26 de junho de 1925. Alguns anos depois, em 1928, a Citroën apresenta os novos C4 e C6 no Salão de Paris. E, em 1930, a versão comercial do C4 faz sua aparição. Modular e funcional, tem assento traseiro removível e porta traseira bipartida. A versão família do C4 diminuiu 7 cm e ganhou novo carburador e nova caixa de câmbio, tornando-se o C4F. Fonte: Autoo  
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14/05/2019
CONHEÇA O ACERVO DIGITAL QUE REÚNE AS PRINCIPAIS INOVAÇÕES DOS 100 ANOS DA CITROËN
Com “cheiro de graxa”, plataforma interativa disponibiliza informações, detalhes, fotos e até o som do motor dos veículos produzidos pela Citroën nos últimos 100 anos. - Imagine se você pudesse ter em uma garagem todos os carros produzidos pela Citroën ao longo dos seus 100 anos de história. No espaço, você teria acesso a todas as especificações dos veículos, história, curiosidades e, é claro, poderia dar partida e ouvir o motor de cada um. Com o objetivo de oferecer a experiência descrita acima, a Citroën disponibiliza o espaço Citroën Origins. Maior acervo digital da montadora, a plataforma é um verdadeiro presente para os fãs do automobilismo. Além de oferecer um catálogo completo de todos os produtos fabricados pela Marca entre 1919 e 2019, a espaço apresenta todas as especificações dos produtos, uma galeria exclusiva de cada modelo, vídeos, curiosidades, além de publicações históricas da época de produção. Além disso, também é possível ter acesso à árvore genealógica de cada modelo, entendendo em quais tecnologias passadas deram origens às atuais e entender a filosofia de inovação da Citroën, inspirada nos seus clientes. Para oferecer uma experiência ainda mais imersiva, também é possível “dar partida” em cada um dos carros da Marca e ouvir o barulho do motor de cada um. Um prato cheio para qualquer amante do automobilismo! Além do acervo, o Citroën Origins também oferece um mapa interativo, onde cada dono de um veículo da Marca pode dar “check-in” em seu país. Para ter acesso ao espaço histórico, basta entrar no link http://www.citroenorigins.com.br/. Fonte: Citröen
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08/04/2019
Citroën redesenha por dentro o C4 Lounge dos chineses
O Citroën C4 L chinês, que equivale ao C4 Lounge vendido no Brasil, está de novo visual — só por dentro. Como o modelo asiático havia mantido o painel original de 2012 ao ser remodelado por fora em 2016, a Citroën deixou para o modelo 2020 a reformulação interna. Ele ganhou aspecto mais refinado, tela de 9 pol na central de áudio e novo volante. Os instrumentos continuam analógicos, sem adotar o quadro digital do nosso, e o freio de estacionamento mantém o comando elétrico, que o carro oferecido aqui não tem. O C4 L permanece com motores turbo de 1,2 litro/136 cv e 1,6 litro/167 cv. Fonte: Best Cars
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01/03/2019
Um SUV para quem busca design, potência, tecnologia e conforto
Eles chegaram mesmo para ficar. Assim como no mercado mundial, a venda dos SUVs é a que mais cresce no país. Em 2018, eles representaram 24,38% de todos os automóveis e comerciais leves vendidos no Brasil, ultrapassando modelos de entrada e sedãs, ficando um pouco atrás apenas dos veículos hatch, segundo dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A expectativa é que, até 2021, os utilitários esportivos alcancem a liderança do mercado, representando 30% das vendas. Seguindo essa tendência, a Citroën lançou o SUV C4 Cactus, que alia design, potência, tecnologia e conforto. O veículo é a maior aposta da montadora desde a atualização do C3 e promete ser sucesso de vendas, superando outros modelos da categoria desde o seu lançamento, no segundo semestre de 2018. Desde então, o Citroën C4 Cactus já conquistou três prêmios. O modelo foi eleito o “Melhor SUV Nacional de 2018” pela Revista Car Magazine Brasil e pelo UOL Carros. Também recebeu o titulo de “Melhor Design da America Latina” pela Americar. Disponível em três versões de acabamento (Live, Feel e Shine) e com extensa lista de equipamentos de série, o modelo tem preço a partir de R$ 69.990,00, com opção de financiamento com entrada e taxa zero em até 12 meses na Citroën Passion. Um dos diferenciais, destaca o gerente da concessionária, Rafael Abreu, é que a versão Shine vem com motor Turbo High Pressure (THP), 16 V Flex, de 173 cavalos e 24,5 kgfm de torque máximo, com caixa de câmbio automática sequencial de seis marchas. Como esse conjunto motriz, o C4 acelera de 0 a 100 km/h em apenas 7,3 segundos. O consumo é de 12,6 km/l na estrada e 10,4 km/l na cidade com gasolina. As outras versões são equipadas com o propulsor 120 Vti Flex Start. Ele gera 122 cv a 5.800 rpm e um torque de 16,4 kgfm a 4.000 rpm nas versões manuais, e 118 cv a 5.750 rpm e um torque máximo de 16,1 kgfm a 4.750 rpm com câmbio automático. Na cidade, com câmbio manual, percorre 11 km/l e na estrada, 12,5 km/l, com gasolina. Já o automático faz 10,4 km/l na cidade e 13 km/l na estrada. Bem equipado Desenvolvido e produzido no Brasil, o C4 Cactus traz uma silhueta mais dinâmica e fluida, mas sem abrir mão de uma altura em relação ao solo (22,5 cm) e de ângulos de ataque (22°) e de saída (32°). Conectado e tecnológico, o SUV também é equipado com um avançado pacote de itens de segurança e auxílio à direção, com destaque para o Active Safety Brake – que reduz a velocidade do veículo quando há perigo de colisão-, o Alerta de Saída de Faixa, o Alerta de Atenção ao Condutor, o Coffee Break Alert – que avisa quando o condutor precisa dar uma pausa - e o Controle de Aderência (Grip Control), que adapta as rodas dianteiras ao terreno. Todas as versões do novo SUV Citroën C4 Cactus vêm de série com o Citroën Connect Radio, a central multimídia de 7 polegadas com sistema de áudio com Bluetooth. Esse equipamento agrupa todos os comandos ao alcance da mão do motorista ou de seu passageiro. O Mirror Screen, que reproduz a tela do smartphone, permite navegação por meio do Google Maps ou do Waze. Carro-chefe O gerente da Citroën Passion ressalta que o C4 Cactus conquistou a posição de carro-chefe da concessionária, pois atende ao consumidor que valoriza a estética e a modernidade, aliadas às características marcantes do SUV. Sua silhueta alia os principais elementos da categoria, com destaque para o teto “flutuante”, as barras de teto e rodas aro 17” diamantadas. A mistura de conforto, potência e design foi o que atraiu a autônoma Danielle Dantas, 44, que adquiriu um C4 Cactus na Citroën Passion. “Já sou cliente há um bom tempo. Comecei com o C3, estava com a versão Exclusive e gosto muito da marca. Nunca tive problema, a manutenção não é cara e o pós-venda é excelente, conseguiu me fidelizar. Quando fiz o teste drive no C4 Cactus, fiquei enlouquecida, porque era o que eu buscava em um SUV. Ele é superconfortável, macio para dirigir. É maior, mas manteve a média de consumo do meu carro anterior. Na estrada de chão desenvolve praticamente como uma picape. Estou muito satisfeita”, afirma. - Versão Live: equipada com motor 1.6 aspirado e câmbio manual, tem de série direção elétrica, ar-condicionado manual digital e integrado à central multimídia, assinatura luminosa com DRL em LED, barras de teto, rodas 16” com pneus 205/60 R16 e calota, painel de instrumentos 100% digital, volante de espuma com regulagem de altura e profundidade com comandos integrados, Citroën Connect Radio com tela touch de 7”, mais Bluetooth, seis alto-falantes, tomada USB e 12V. Além disso, tem comandos dos vidros e retrovisores elétricos, travamento centralizado das portas e porta-malas, travamento do carro ao andar e abertura da porta do reservatório de gasolina sem chave, assentos dianteiros reguláveis em altura, console alto com porta-objetos fechado e porta-copos, assentos traseiros com três apoios de cabeça e ISOFIX para fixação de cadeirinha, cintos de segurança traseiros de três pontos, freios ABS com REF, entre outros. - Versão Feel: é equipada com motor 1.6 aspirado e pode ser manual ou automática. Traz de série, a mais que a Live, faróis de neblina, câmera de ré, rodas de alumínio de 17” e pneus 205/55 R17, eco-coaching - que ajuda a dirigir de forma mais econômica-, alarme perimétrico, quatro vidros elétricos que fecham em um único toque, piloto automático com controle de cruzeiro e, para as versões automáticas, controle eletrônico de estabilidade e assistente de partida em rampas. Como opcional, oferece acendimento automático dos faróis, limpador de para-brisa automático, ar-condicionado digital automático, partida por botão, volante de couro, alarme volumétrico, air bag lateral, barras de teto tipo “flutuantes”, rodas Roby One de 17” de alumínio diamantado e teto de duas cores. - Versão Shine: Tem motor 1.6 turbo e câmbio automático. Traz, a mais que a Feel, barra de teto “flutuante”, ar-condicionado digital automático, partida por botão, rodas de 17” de alumínio diamantado com pneus 205/55 R17, painel de bordo com revestimento soft-touch, acendimento automático dos faróis e limpador de para-brisa automático, volante e bancos em couro, airbag lateral, Grip Control (THP) e alarme perimétrico + volumétrico. Como opcional, oferece sistema de frenagem automática, alerta de colisão, alerta de atenção ao condutor, alerta de saída de faixa, indicador de descanso, retrovisor eletrocrômico, air bag de cortina e, ainda, carroceria de duas cores. Fonte: Gazeta Online  
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25/01/2019
Citroen C4 Hatch: história, versões, modelos, motores, equipamentos
A família C4 da Citroën foi e ainda é uma das mais importantes na linha da marca não só no mercado brasileiro, como no restante do mundo. A gama é representada atualmente pelo crossover compacto C4 Cactus, pelo sedã médio C4 Lounge e pelas minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso. Porém, a antiga geração envolveu diversos outros modelos, como o Citroën C4 Hatch. O C4 Hatch foi o segundo lançamento da família Citroën C4 em nosso mercado. Ele chegou cerca de dois anos após o C4 Pallas, um sedã de porte médio que cativou logo de cara pelo porte avantajado, o interior bastante moderno e espaços e também a lista farta de equipamentos de série (sobretudo nas versões mais caras da gama). Este modelo foi substituído em 2013 pelo C4 Lounge, que é vendido até hoje. Tudo começou em meados de setembro de 2004, quando a Citroën mostrou ao mundo o inédito C4 Hatch no Salão do Automóvel de Paris, na França. O carro seguia boa parte das linhas do sedã e também do C4 VTR, um cupê de duas portas que inclusive foi o responsável por estrear a linha C4 em nosso mercado. Entretanto, o carro demorou longos cinco anos para começar a ser vendido no Brasil. Ainda assim, ele chegou com visual ousado, bom nível de acabamentos e uma certa modernidade, sobretudo quando comparado com parte da concorrência. Quer saber toda a trajetória do Citroën C4 Hatch? Confira abaixo os principais detalhes:   Citroën C4 Hatch na Europa Como citado nos parágrafos acima, tudo começou em meados de 2004. Em março daquele ano, a Citroën apresentou aos consumidores o C4 WRC Concept, um protótipo em forma de cupê preparado para competições. Todavia, ele já antecipava boa parte das formas do novo C4 de produção. A versão final do carro foi, enfim, apresentada em setembro, durante o Salão de Paris de 2004. Não dá para negar que o visual do Citroën C4 era um dos principais chamarizes do hatch médio. Pode-se falar ainda que o carro tem um design um tanto quanto atual para os padrões de hoje em dia. A dianteira da carroceria é a mesma entre os modelos hatch, cupê VTR e sedã Pallas. Na parte frontal, o C4 exibe faróis com formato tipo bumerangue, com um prolongamento que invade a parte superior do capô (este com um vinco marcante no centro). E por falar na parte central, lá há a característica grade com dois filetes cromados e o logotipo de duplo chevrón da marca francesa. O para-choque tem uma ampla tomada de ar na parte inferior e uma outra grade logo acima. Visto de lateral, se sobressai o teto em formato de arco, com as janelas das portas e colunas acompanhando o mesmo desenho. A lataria, por sua vez, não abusa dos vincos e apresenta um visual mais “clean”. Por conta dessas formas mais suaves, o carro tem um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,29. Já a traseira também exibe um formato mais abaulado e as lanternas seguem a mesma ideia dos faróis. Neste caso, as lanternas ocupam uma posição vertical na extremidade traseira. O suporte de placa fica situado no para-choque, deixando a tampa do porta-malas mais limpa. Porém, o Citroën C4 Hatch se diferenciava mesmo pelo interior. O destaque do carro é o painel, com o cluster de instrumentos na posição central e boa parte das informações reunidas num display digital de iluminação alaranjada. O volante tem o cubo central fixo, este com os comandos do sistema multimidia também fixos. Vale ressaltar que o Citroën C4 Hatch chegou a ganhar uma segunda geração lá fora, lançada no ano de 2010. Este modelo foi praticamente a versão dois-volumes do C4 Lounge vendido por aqui. Em comparação com o antigo, ele ganhou em espaço interno, refinamento e recursos tecnológicos. Além disso, adotou um visual mais atual.   Citroën C4 Hatch ao Brasil Depois de muita espera, os consumidores brasileiros puderam ter o primeiro contato com o novo Citroën C4 Hatch durante o Salão do Automóvel de São Paulo em 2008. Na ocasião, a marca francesa apresentou não só o novo hatch médio, como também a inédita minivan C4 Picasso em sua configuração de cinco lugares. As vendas do novo C4 Hatch tiveram início cinco meses depois, mais precisamente na primeira quinzena de março de 2009. O novo membro da família Citroën C4 chegou para competir diretamente com modelos como Fiat Stilo, Nissan Tiida, Volkswagen Golf, Ford Focus Hatch, Peugeot 307 e Chevrolet Vectra GT. Produzido na Argentina, ele chegou importado em duas versões de acabamento: a GLX, de entrada, e a Exclusive, topo de linha. Ambas foram ofertadas com o motor 1.6 16V Flex ou 2.0 16V Flex, este último com a opção de transmissão automática sequencial de quatro marchas. No momento do lançamento, a marca francesa disse que a aposta do carro era um público mais jovem. Para se destacar, ele oferecia diversos recursos como sistema de som com conexão Bluetooth para celulares, o já citado volante com comandos centrais fixos, ar-condicionado automático digital de duas zonas, faróis de xênon direcionais de dupla função, entre outros. Além disso, o visual mais arrojado contribuiu para atingir esta parcela do público. O carro mede 4,26 metros de comprimento (50 centímetros a menos que o sedã C4 Pallas), 1,77 m de largura e 1,46 m de altura, com distância entre-eixos de 2,61 m. O porta-malas tem capacidade para 320 litros (ou 260 l a menos que o Pallas), enquanto o tanque de combustível comporta até 60 litros. O C4 Hatch foi anunciado com bons equipamentos de série desde a sua versão mais básica. O modelo GLX saía de fábrica com ar-condicionado, direção eletro-hidráulica, travas e retrovisores elétricos, airbags frontais, freio a disco nas quatro rodas com sistema antitravamento (ABS) e auxilio de frenagem de emergência (AFU), volante multifuncional, sistema de som com CD player e MP3 player, computador de bordo multifunções, porta-luvas refrigerado e com iluminação, faróis com regulagem elétrica, entre outros. Ele conta também com ventilação traseira com regulagem, vidros dianteiros e traseiros elétricos com sistema “um toque” e antiesmagamento, banco traseiro bipartido, banco do motorista com regulagem de altura e lombar, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis no banco traseiro, chave com dispositivo antifurto, rodas de liga-leve de 16 polegadas com pneus 205/55 R16, entre outros. Já o C4 Hatch Exclusive, o mais caro da gama, contava também com conexão Bluetooth com comandos no volante, retrovisor interno eletrocrômico, ar-condicionado automático digital de duas zonas, bancos com revestimento em couro, sensor de estacionamento traseiro, airbags laterais e de cortina, faróis com acendimento automático, limpadores de para-brisa com acionamento automático e sensor de velocidade, faróis de neblina, soleiras metálicas nas portas dianteiras, detalhes cromados no painel, volante e alavanca de câmbio em couro, ponteira de escape cromada, entre outros. Como opcional, a marca oferecia o Pack Tecnologique por R$ 5,8 mil a mais, com direito a banco do motorista com quatro estágios de regulagem elétrica, alarme, sensor de estacionamento dianteiro, retrovisores externos com rebatimento elétrico, alarme, faróis xênon direcionais com duas funções, controle eletrônico de estabilidade e controle de tração. Na motorização, as versões mais em conta contam com um motor 1.6 16V Flex de quatro cilindros, capaz de desenvolver 110 cavalos de potência com gasolina e 113 cv com etanol. Ambos estão disponíveis a 5.00 giros. O torque é de 14,5 e 15,8 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm. Ele está associado a um câmbio manual de cinco marchas. De acordo com dados da Citroën, o desempenho do C4 Hatch 1.6 manual não é um dos mais empolgantes. Ele consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 12,8 segundos e atinge velocidade máxima de 180 km/h. Já a respeito do consumo, ele registra 6,8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol e 8,8 e 13 km/l, respectivamente, com gasolina. No caso das versões mais caras, há o 2.0 16V Flex de quatro cilindros, este com transmissão manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades. Ele rende 143 cavalos de potência com gasolina e 151 cv com etanol, a 6.000 rpm, e torque de 20,3 e 21,6 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm. Conforme os dados do fabricante, o Citroën C4 Hatch 2.0 manual atinge os 100 quilômetros por hora em 10 segundos. A velocidade máxima é de 200 km/h. Quanto ao consumo, o carro faz 6 km/l na cidade e 8 km/l na estrada com etanol e 8,5 e 10,5 km/l, respectivamente, com gasolina. O C4 Hatch 2.0 automático, por sua vez, cumpre a mesma prova em 11 segundos e alcança 193 km/h. O consumo é de 6 km/l na cidade e 9 km/l na estrada com etanol e, respectivamente, 7,8 e 11,7 km/l com gasolina. Ainda no conjunto mecânico, ele traz suspensão dianteira do tipo McPherson com braços inferiores triangulados, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Já na traseira, a suspensão é do tipo independente, com eixo traseiro com braços estendidos, travessa deformável, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora.   Série especial C4 Solaris em 2012 A primeira série especial da linha do Citroën C4 Hatch foi a Solaris, que já havia sido oferecida na gama do modelo menor Citroën C3, voltou a ser vendida e naquela ocasião também para o hatch médio. Ele chegou em março de 2012, como um modelo com produção limitada. A principal característica do C4 Solaris é o teto solar elétrico. Este teto solar traz abertura elétrica, película que reflete 95% dos raios UV e IR, duas posições de abertura e defletores que reduzem a turbulência no interior do carro. O novo Citroën C4 Solaris tem como base a versão Exclusive, com motor 2.0 litros flex e câmbio manual ou automático. A lista de equipamentos de série era a mesma da sua configuração de base. Os preços praticados na época eram de R$ 61.300 para o manual e R$ 69.090 para o automático.   Novo C4 Rock You como série limitada em 2013 Um ano após a chegada do C4 Solaris, a Citroën anunciou outra série especial para a gama do C4 Hatch. O novo Citroën C4 Rock You chegou em maio de 2013, com produção limitada a 700 unidades e preço inicial de R$ 53.145. O principal diferencial do carro era o sistema de som mais aprimorado. O modelo oferecia um sistema de som composto por dois alto-falantes dianteiros de 75 watts RMS cada, dois woofers (mais Mid Ranger) e dois tweeters. Havia também dois alto-falantes quadriaxiais traseiros de 90 watts RMS cada, dois woofers de 6,5 polegadas com cone IMPP, borda de borracha, um tweeter em PEI e dois tweeters com membrana Mylar. Além disso, o C4 Rock You ostentava um subwoofer subplano amplificado de oito polegadas em alumínio selado, com 100 watts RMS e frequência de 40 a 200 Hz posicionado no porta-malas. Outro diferencial do carro era o logotipo “Rock You” posicionado na tampa do porta-malas. Ele foi vendido com motor 1.6 16V, câmbio manual e somente nas cores preto e prata.   C4 Competition com visual ‘esportivo’ no fim de 2013 Para marcar o fim de linha do Citroën C4 Hatch, a marca lançou o C4 Competition em agosto de 2013. O carro foi vendido como uma edição especial, com foco num visual mais “ousado” e “esportivo”. Ele tinha como base a versão GLX 2.0 e tinha preço sugerido de R$ 58.760. Entre os diferenciais, o carro ofertava retrovisores com capas vermelhas, adesivo com o tema da versão nas laterais das portas, rodas de liga-leve de 16 polegadas com desenho exclusivo e calota central na cor vermelha e tapetes personalizados no interior. O carro podia ser encontrado nas cores branca (Blanc Blanquise), prata (Gris Aluminium) e preta (Perla Nera).   Fim de linha do C4 Hatch Em agosto de 2014, a Citroën decretou o fim de linha do C4 Hatch. O carro deixou de ser produzido na planta de El Palomar, na Argentina, e então parou de ser comercializado no mercado brasileiro. Ele abandonou as concessionárias meses após o C4 Pallas, que foi descontinuado para dar lugar ao C4 Lounge. Na ocasião, a Citroën disse que passaria a concentrar sua gama de hatches médios na linha DS, que oferecia o DS 4 por um preço bem mais elevado, de R$ 102.990. Para efeito de comparação, o C4 Hatch tinha preços que partiam na casa dos R$ 55 mil. Em seus quatro anos de vendas, o C4 Hatch emplacou quase 50 mil unidades.       Fonte: Notícias Automotivas  
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07/01/2019
Citroën C4 Cactus PCD muda de novo e ganha conteúdo
A Citroën decidiu rever mais uma vez sua versão do C4 Cactus para o mercado de pessoas com deficiência (PCD). Depois de rebaixar a opção do acabamento Feel para o Live, como anunciamos em 6/12, a marca francesa agora anuncia a versão Feel Business. A mudança traz acréscimos de equipamentos como central de áudio com tela de 7 pol e integração a Android Auto e Apple Car Play (em vez de sistema de áudio simples), câmera traseira de manobras, ar-condicionado automático e alarme perimétrico. Outros conteúdos são controles de estabilidade e tração e monitor de pressão de pneus. No entanto, itens como rodas de alumínio e faróis de neblina, presentes na Feel, continuam de fora, o que deixa o Business igual ao Live na aparência externa (o fabricante até usou as mesmas fotos para divulgação). O preço de R$ 55.228, depois dos descontos de impostos (IPI e ICMS), é o mesmo cobrado inicialmente pela versão Feel e depois pela Live, mas a Citroën esclarece que os clientes que compraram a Live receberão a nova opção sem custo adicional. O motor de 1,6 litro tem 115 cv com gasolina e 118 com álcool; está associado a uma caixa automática de seis marchas. Fonte: Best Cars
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04/12/2018
Citroën C4 Cactus: próxima geração terá plataforma eletrificada
De acordo com a revista inglesa Autocar, a próxima geração do Citroën C4 Cactus será eletrificada. O crossover compacto, que era vendido como hatch no mercado europeu, trocará a plataforma PF1 dos atuais Peugeot 208 e Citroën C3 pela recente modular CMP, que estreou no utilitário esportivo DS 3 Crossback. Porém, segundo a publicação, essa nova geração do Cactus não vai demorar, pois é esperada para 2020. Como se sabe, o modelo foi atualizado no ano passado e há alguns meses chegou ao mercado brasileiro. Comenta-se que o próximo terá versão totalmente elétrica, como visto no produto da DS. Isso significará um propulsor de 136 cavalos e bateria de lítio de 50 kWh, que é o conjunto padrão da plataforma e-CMP, que garante autonomia real de 350 km. A mudança é obviamente esperada para o Cactus, mas não tão breve quanto está sendo divulgado. Ou seja, as mudanças atuais durariam apenas três anos na Europa. Outra opção para o Cactus deverá ser a versão híbrida plug-in, mantendo assim o motor 1.2 Puretech de três cilindros. Mas, como na Europa a PSA precisa acelerar a eletrificação para baixar a média de emissão, que a partir de 2021 será de apenas 95 g/km de CO2, a mudança de geração pode mesmo ocorrer por volta dessa época. Aqui, no entanto, deveremos esperar bem mais. A Citroën precisa substituir o C3 antes de qualquer coisa, assim como o Aircross e o C4 Lounge. Como já se sabe, a CMP contempla um sedã de porte médio, que obviamente seria um sucessor do modelo atual, assim como do Peugeot 408. Como a produção inicialmente se dará em El Palomar, Argentina, esses dois novos sedãs médios sobre a CMP devem ter prioridade, assim como um hatch para suceder o C3 atual e talvez um crossover de 4 m para assumir a posição do Aircross. Os Peugeot 208 e 2008 também serão alterados, mas provavelmente depois do 408. Apostar num hatch médio é algo improvável e o 308 deve desaparecer nesse processo. Fonte: Notícias Automotivas
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15/10/2018
Citroën C4 hatch ganhará nova geração com versão elétrica em 2020
Nova geração do hatchback é prevista para 2020. Variante elétrica pode ter autonomia de 350 km O crescimento do segmento de SUVs e crossovers também atingiu o Citroën C4, que saiu linha em praticamente todos os mercados após o lançamento do C4 Cactus. No entanto, novas informações apontam que a estratégia mudou e o C4 terá uma nova geração, feita com a nova plataforma CMP. Além de competir no segmento dos compactos, ainda terá uma variante elétrica para enfrentar o Volkswagen I.D. As informações são do site britânico Auto Express, citando entrevistas com executivos do Grupo PSA. Linda Jackson, CEO da Citroën, disse à publicação durante o Salão de Paris que o novo C4 é uma prioridade para a fabricante. “Nós não dissemos quando o hatch voltará, mas devido à força deste segmento, claramente será uma prioridade para nós”, explicou a executiva. Quem adiantou o futuro elétrico do novo Citroën C4 foi Gilles Le Borgne, vice-presidente de engenharia do Grupo PSA. “Nós temos um programa muito importante para o segmento C baseado na plataforma CMP, como a nova geração do C4, por exemplo”, disse Le Borgne, que ainda revelou que a fabricante planeja uma versão elétrica do C4 usando a base e-CMP. “Poderíamos acomodar até 60 kWh”, revela o engenheiro. Com uma bateria deste tamanho, o hatch teria uma autonomia de até 350 km em uma única carga. Este resultado, na visão da PSA, seria o ideal para atender às necessidades dos clientes dentro do preço que a empresa quer cobrar. É uma boa melhoria, já que a PSA havia anunciado que a plataforma e-CMP comportava baterias de até 50 kWh. Porém, como o C4 é um carro com entre-eixos maior, poderia ser equipado com baterias maiores. Ao contrário do seu futuro rival Volkswagen I.D., o novo Citroën C4 continuará a ser vendido com motores a combustão. “Quando for lançado, terá uma versão elétrica, mas também terá modelos equivalentes a gasolina e a diesel”, explica Jackson. Fonte: Motor 1
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