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25/01/2019
Citroen C4 Hatch: história, versões, modelos, motores, equipamentos
A família C4 da Citroën foi e ainda é uma das mais importantes na linha da marca não só no mercado brasileiro, como no restante do mundo. A gama é representada atualmente pelo crossover compacto C4 Cactus, pelo sedã médio C4 Lounge e pelas minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso. Porém, a antiga geração envolveu diversos outros modelos, como o Citroën C4 Hatch. O C4 Hatch foi o segundo lançamento da família Citroën C4 em nosso mercado. Ele chegou cerca de dois anos após o C4 Pallas, um sedã de porte médio que cativou logo de cara pelo porte avantajado, o interior bastante moderno e espaços e também a lista farta de equipamentos de série (sobretudo nas versões mais caras da gama). Este modelo foi substituído em 2013 pelo C4 Lounge, que é vendido até hoje. Tudo começou em meados de setembro de 2004, quando a Citroën mostrou ao mundo o inédito C4 Hatch no Salão do Automóvel de Paris, na França. O carro seguia boa parte das linhas do sedã e também do C4 VTR, um cupê de duas portas que inclusive foi o responsável por estrear a linha C4 em nosso mercado. Entretanto, o carro demorou longos cinco anos para começar a ser vendido no Brasil. Ainda assim, ele chegou com visual ousado, bom nível de acabamentos e uma certa modernidade, sobretudo quando comparado com parte da concorrência. Quer saber toda a trajetória do Citroën C4 Hatch? Confira abaixo os principais detalhes:   Citroën C4 Hatch na Europa Como citado nos parágrafos acima, tudo começou em meados de 2004. Em março daquele ano, a Citroën apresentou aos consumidores o C4 WRC Concept, um protótipo em forma de cupê preparado para competições. Todavia, ele já antecipava boa parte das formas do novo C4 de produção. A versão final do carro foi, enfim, apresentada em setembro, durante o Salão de Paris de 2004. Não dá para negar que o visual do Citroën C4 era um dos principais chamarizes do hatch médio. Pode-se falar ainda que o carro tem um design um tanto quanto atual para os padrões de hoje em dia. A dianteira da carroceria é a mesma entre os modelos hatch, cupê VTR e sedã Pallas. Na parte frontal, o C4 exibe faróis com formato tipo bumerangue, com um prolongamento que invade a parte superior do capô (este com um vinco marcante no centro). E por falar na parte central, lá há a característica grade com dois filetes cromados e o logotipo de duplo chevrón da marca francesa. O para-choque tem uma ampla tomada de ar na parte inferior e uma outra grade logo acima. Visto de lateral, se sobressai o teto em formato de arco, com as janelas das portas e colunas acompanhando o mesmo desenho. A lataria, por sua vez, não abusa dos vincos e apresenta um visual mais “clean”. Por conta dessas formas mais suaves, o carro tem um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,29. Já a traseira também exibe um formato mais abaulado e as lanternas seguem a mesma ideia dos faróis. Neste caso, as lanternas ocupam uma posição vertical na extremidade traseira. O suporte de placa fica situado no para-choque, deixando a tampa do porta-malas mais limpa. Porém, o Citroën C4 Hatch se diferenciava mesmo pelo interior. O destaque do carro é o painel, com o cluster de instrumentos na posição central e boa parte das informações reunidas num display digital de iluminação alaranjada. O volante tem o cubo central fixo, este com os comandos do sistema multimidia também fixos. Vale ressaltar que o Citroën C4 Hatch chegou a ganhar uma segunda geração lá fora, lançada no ano de 2010. Este modelo foi praticamente a versão dois-volumes do C4 Lounge vendido por aqui. Em comparação com o antigo, ele ganhou em espaço interno, refinamento e recursos tecnológicos. Além disso, adotou um visual mais atual.   Citroën C4 Hatch ao Brasil Depois de muita espera, os consumidores brasileiros puderam ter o primeiro contato com o novo Citroën C4 Hatch durante o Salão do Automóvel de São Paulo em 2008. Na ocasião, a marca francesa apresentou não só o novo hatch médio, como também a inédita minivan C4 Picasso em sua configuração de cinco lugares. As vendas do novo C4 Hatch tiveram início cinco meses depois, mais precisamente na primeira quinzena de março de 2009. O novo membro da família Citroën C4 chegou para competir diretamente com modelos como Fiat Stilo, Nissan Tiida, Volkswagen Golf, Ford Focus Hatch, Peugeot 307 e Chevrolet Vectra GT. Produzido na Argentina, ele chegou importado em duas versões de acabamento: a GLX, de entrada, e a Exclusive, topo de linha. Ambas foram ofertadas com o motor 1.6 16V Flex ou 2.0 16V Flex, este último com a opção de transmissão automática sequencial de quatro marchas. No momento do lançamento, a marca francesa disse que a aposta do carro era um público mais jovem. Para se destacar, ele oferecia diversos recursos como sistema de som com conexão Bluetooth para celulares, o já citado volante com comandos centrais fixos, ar-condicionado automático digital de duas zonas, faróis de xênon direcionais de dupla função, entre outros. Além disso, o visual mais arrojado contribuiu para atingir esta parcela do público. O carro mede 4,26 metros de comprimento (50 centímetros a menos que o sedã C4 Pallas), 1,77 m de largura e 1,46 m de altura, com distância entre-eixos de 2,61 m. O porta-malas tem capacidade para 320 litros (ou 260 l a menos que o Pallas), enquanto o tanque de combustível comporta até 60 litros. O C4 Hatch foi anunciado com bons equipamentos de série desde a sua versão mais básica. O modelo GLX saía de fábrica com ar-condicionado, direção eletro-hidráulica, travas e retrovisores elétricos, airbags frontais, freio a disco nas quatro rodas com sistema antitravamento (ABS) e auxilio de frenagem de emergência (AFU), volante multifuncional, sistema de som com CD player e MP3 player, computador de bordo multifunções, porta-luvas refrigerado e com iluminação, faróis com regulagem elétrica, entre outros. Ele conta também com ventilação traseira com regulagem, vidros dianteiros e traseiros elétricos com sistema “um toque” e antiesmagamento, banco traseiro bipartido, banco do motorista com regulagem de altura e lombar, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis no banco traseiro, chave com dispositivo antifurto, rodas de liga-leve de 16 polegadas com pneus 205/55 R16, entre outros. Já o C4 Hatch Exclusive, o mais caro da gama, contava também com conexão Bluetooth com comandos no volante, retrovisor interno eletrocrômico, ar-condicionado automático digital de duas zonas, bancos com revestimento em couro, sensor de estacionamento traseiro, airbags laterais e de cortina, faróis com acendimento automático, limpadores de para-brisa com acionamento automático e sensor de velocidade, faróis de neblina, soleiras metálicas nas portas dianteiras, detalhes cromados no painel, volante e alavanca de câmbio em couro, ponteira de escape cromada, entre outros. Como opcional, a marca oferecia o Pack Tecnologique por R$ 5,8 mil a mais, com direito a banco do motorista com quatro estágios de regulagem elétrica, alarme, sensor de estacionamento dianteiro, retrovisores externos com rebatimento elétrico, alarme, faróis xênon direcionais com duas funções, controle eletrônico de estabilidade e controle de tração. Na motorização, as versões mais em conta contam com um motor 1.6 16V Flex de quatro cilindros, capaz de desenvolver 110 cavalos de potência com gasolina e 113 cv com etanol. Ambos estão disponíveis a 5.00 giros. O torque é de 14,5 e 15,8 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm. Ele está associado a um câmbio manual de cinco marchas. De acordo com dados da Citroën, o desempenho do C4 Hatch 1.6 manual não é um dos mais empolgantes. Ele consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 12,8 segundos e atinge velocidade máxima de 180 km/h. Já a respeito do consumo, ele registra 6,8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol e 8,8 e 13 km/l, respectivamente, com gasolina. No caso das versões mais caras, há o 2.0 16V Flex de quatro cilindros, este com transmissão manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades. Ele rende 143 cavalos de potência com gasolina e 151 cv com etanol, a 6.000 rpm, e torque de 20,3 e 21,6 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm. Conforme os dados do fabricante, o Citroën C4 Hatch 2.0 manual atinge os 100 quilômetros por hora em 10 segundos. A velocidade máxima é de 200 km/h. Quanto ao consumo, o carro faz 6 km/l na cidade e 8 km/l na estrada com etanol e 8,5 e 10,5 km/l, respectivamente, com gasolina. O C4 Hatch 2.0 automático, por sua vez, cumpre a mesma prova em 11 segundos e alcança 193 km/h. O consumo é de 6 km/l na cidade e 9 km/l na estrada com etanol e, respectivamente, 7,8 e 11,7 km/l com gasolina. Ainda no conjunto mecânico, ele traz suspensão dianteira do tipo McPherson com braços inferiores triangulados, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Já na traseira, a suspensão é do tipo independente, com eixo traseiro com braços estendidos, travessa deformável, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora.   Série especial C4 Solaris em 2012 A primeira série especial da linha do Citroën C4 Hatch foi a Solaris, que já havia sido oferecida na gama do modelo menor Citroën C3, voltou a ser vendida e naquela ocasião também para o hatch médio. Ele chegou em março de 2012, como um modelo com produção limitada. A principal característica do C4 Solaris é o teto solar elétrico. Este teto solar traz abertura elétrica, película que reflete 95% dos raios UV e IR, duas posições de abertura e defletores que reduzem a turbulência no interior do carro. O novo Citroën C4 Solaris tem como base a versão Exclusive, com motor 2.0 litros flex e câmbio manual ou automático. A lista de equipamentos de série era a mesma da sua configuração de base. Os preços praticados na época eram de R$ 61.300 para o manual e R$ 69.090 para o automático.   Novo C4 Rock You como série limitada em 2013 Um ano após a chegada do C4 Solaris, a Citroën anunciou outra série especial para a gama do C4 Hatch. O novo Citroën C4 Rock You chegou em maio de 2013, com produção limitada a 700 unidades e preço inicial de R$ 53.145. O principal diferencial do carro era o sistema de som mais aprimorado. O modelo oferecia um sistema de som composto por dois alto-falantes dianteiros de 75 watts RMS cada, dois woofers (mais Mid Ranger) e dois tweeters. Havia também dois alto-falantes quadriaxiais traseiros de 90 watts RMS cada, dois woofers de 6,5 polegadas com cone IMPP, borda de borracha, um tweeter em PEI e dois tweeters com membrana Mylar. Além disso, o C4 Rock You ostentava um subwoofer subplano amplificado de oito polegadas em alumínio selado, com 100 watts RMS e frequência de 40 a 200 Hz posicionado no porta-malas. Outro diferencial do carro era o logotipo “Rock You” posicionado na tampa do porta-malas. Ele foi vendido com motor 1.6 16V, câmbio manual e somente nas cores preto e prata.   C4 Competition com visual ‘esportivo’ no fim de 2013 Para marcar o fim de linha do Citroën C4 Hatch, a marca lançou o C4 Competition em agosto de 2013. O carro foi vendido como uma edição especial, com foco num visual mais “ousado” e “esportivo”. Ele tinha como base a versão GLX 2.0 e tinha preço sugerido de R$ 58.760. Entre os diferenciais, o carro ofertava retrovisores com capas vermelhas, adesivo com o tema da versão nas laterais das portas, rodas de liga-leve de 16 polegadas com desenho exclusivo e calota central na cor vermelha e tapetes personalizados no interior. O carro podia ser encontrado nas cores branca (Blanc Blanquise), prata (Gris Aluminium) e preta (Perla Nera).   Fim de linha do C4 Hatch Em agosto de 2014, a Citroën decretou o fim de linha do C4 Hatch. O carro deixou de ser produzido na planta de El Palomar, na Argentina, e então parou de ser comercializado no mercado brasileiro. Ele abandonou as concessionárias meses após o C4 Pallas, que foi descontinuado para dar lugar ao C4 Lounge. Na ocasião, a Citroën disse que passaria a concentrar sua gama de hatches médios na linha DS, que oferecia o DS 4 por um preço bem mais elevado, de R$ 102.990. Para efeito de comparação, o C4 Hatch tinha preços que partiam na casa dos R$ 55 mil. Em seus quatro anos de vendas, o C4 Hatch emplacou quase 50 mil unidades.       Fonte: Notícias Automotivas  
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07/01/2019
Citroën C4 Cactus PCD muda de novo e ganha conteúdo
A Citroën decidiu rever mais uma vez sua versão do C4 Cactus para o mercado de pessoas com deficiência (PCD). Depois de rebaixar a opção do acabamento Feel para o Live, como anunciamos em 6/12, a marca francesa agora anuncia a versão Feel Business. A mudança traz acréscimos de equipamentos como central de áudio com tela de 7 pol e integração a Android Auto e Apple Car Play (em vez de sistema de áudio simples), câmera traseira de manobras, ar-condicionado automático e alarme perimétrico. Outros conteúdos são controles de estabilidade e tração e monitor de pressão de pneus. No entanto, itens como rodas de alumínio e faróis de neblina, presentes na Feel, continuam de fora, o que deixa o Business igual ao Live na aparência externa (o fabricante até usou as mesmas fotos para divulgação). O preço de R$ 55.228, depois dos descontos de impostos (IPI e ICMS), é o mesmo cobrado inicialmente pela versão Feel e depois pela Live, mas a Citroën esclarece que os clientes que compraram a Live receberão a nova opção sem custo adicional. O motor de 1,6 litro tem 115 cv com gasolina e 118 com álcool; está associado a uma caixa automática de seis marchas. Fonte: Best Cars
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04/12/2018
Citroën C4 Cactus: próxima geração terá plataforma eletrificada
De acordo com a revista inglesa Autocar, a próxima geração do Citroën C4 Cactus será eletrificada. O crossover compacto, que era vendido como hatch no mercado europeu, trocará a plataforma PF1 dos atuais Peugeot 208 e Citroën C3 pela recente modular CMP, que estreou no utilitário esportivo DS 3 Crossback. Porém, segundo a publicação, essa nova geração do Cactus não vai demorar, pois é esperada para 2020. Como se sabe, o modelo foi atualizado no ano passado e há alguns meses chegou ao mercado brasileiro. Comenta-se que o próximo terá versão totalmente elétrica, como visto no produto da DS. Isso significará um propulsor de 136 cavalos e bateria de lítio de 50 kWh, que é o conjunto padrão da plataforma e-CMP, que garante autonomia real de 350 km. A mudança é obviamente esperada para o Cactus, mas não tão breve quanto está sendo divulgado. Ou seja, as mudanças atuais durariam apenas três anos na Europa. Outra opção para o Cactus deverá ser a versão híbrida plug-in, mantendo assim o motor 1.2 Puretech de três cilindros. Mas, como na Europa a PSA precisa acelerar a eletrificação para baixar a média de emissão, que a partir de 2021 será de apenas 95 g/km de CO2, a mudança de geração pode mesmo ocorrer por volta dessa época. Aqui, no entanto, deveremos esperar bem mais. A Citroën precisa substituir o C3 antes de qualquer coisa, assim como o Aircross e o C4 Lounge. Como já se sabe, a CMP contempla um sedã de porte médio, que obviamente seria um sucessor do modelo atual, assim como do Peugeot 408. Como a produção inicialmente se dará em El Palomar, Argentina, esses dois novos sedãs médios sobre a CMP devem ter prioridade, assim como um hatch para suceder o C3 atual e talvez um crossover de 4 m para assumir a posição do Aircross. Os Peugeot 208 e 2008 também serão alterados, mas provavelmente depois do 408. Apostar num hatch médio é algo improvável e o 308 deve desaparecer nesse processo. Fonte: Notícias Automotivas
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15/10/2018
Citroën C4 hatch ganhará nova geração com versão elétrica em 2020
Nova geração do hatchback é prevista para 2020. Variante elétrica pode ter autonomia de 350 km O crescimento do segmento de SUVs e crossovers também atingiu o Citroën C4, que saiu linha em praticamente todos os mercados após o lançamento do C4 Cactus. No entanto, novas informações apontam que a estratégia mudou e o C4 terá uma nova geração, feita com a nova plataforma CMP. Além de competir no segmento dos compactos, ainda terá uma variante elétrica para enfrentar o Volkswagen I.D. As informações são do site britânico Auto Express, citando entrevistas com executivos do Grupo PSA. Linda Jackson, CEO da Citroën, disse à publicação durante o Salão de Paris que o novo C4 é uma prioridade para a fabricante. “Nós não dissemos quando o hatch voltará, mas devido à força deste segmento, claramente será uma prioridade para nós”, explicou a executiva. Quem adiantou o futuro elétrico do novo Citroën C4 foi Gilles Le Borgne, vice-presidente de engenharia do Grupo PSA. “Nós temos um programa muito importante para o segmento C baseado na plataforma CMP, como a nova geração do C4, por exemplo”, disse Le Borgne, que ainda revelou que a fabricante planeja uma versão elétrica do C4 usando a base e-CMP. “Poderíamos acomodar até 60 kWh”, revela o engenheiro. Com uma bateria deste tamanho, o hatch teria uma autonomia de até 350 km em uma única carga. Este resultado, na visão da PSA, seria o ideal para atender às necessidades dos clientes dentro do preço que a empresa quer cobrar. É uma boa melhoria, já que a PSA havia anunciado que a plataforma e-CMP comportava baterias de até 50 kWh. Porém, como o C4 é um carro com entre-eixos maior, poderia ser equipado com baterias maiores. Ao contrário do seu futuro rival Volkswagen I.D., o novo Citroën C4 continuará a ser vendido com motores a combustão. “Quando for lançado, terá uma versão elétrica, mas também terá modelos equivalentes a gasolina e a diesel”, explica Jackson. Fonte: Motor 1
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05/09/2018
Avaliação: Citröen C4 Lounge 2019 um boa escolha
Otávio Koenig Beppler, Especial para o BlogAuto – Conheço a linha de sedãs médios da PSA há algum tempo, e eu tinha algumas expectativas de melhoria nesta nova plataforma. Expectativas estas que foram em grande parte atendidas com o facelift do Citroën C4 Lounge 2019. Logo ao entrar no C4 Lounge 2019, percebo que a identidade é a mesma, com um grande espaço interno, muito superior aos concorrentes diretos (Civic, Corolla, Cruze, Jetta e Sentra). Sobra espaço para as pernas e cabeças de todos os ocupantes, mesmo que todos tenham 1,90 m de altura!   O botão de partida ao lado esquerdo do volante, sem espaço de inserção da chave, é o primeiro detalhe que chama a atenção, seguido pelo painel digital e pela ampla tela que ocupa o centro do painel, onde estão os comandos de quase tudo no carro: rádio, multimídia, navegação, climatização, ajustes gerais do carro, integração com celular, etc. Não gostei apenas do display de RPM (tacômetro para os técnicos), que se apresenta na forma de uma fina barra horizontal de difícil acompanhamento – um bom e velho “conta-giros” de ponteiro, mesmo que digital, seria muito melhor. O volante não tem mais aquele charme do miolo fixo, tradicional dos Citroën até bem pouco tempo atrás, o que nivela o C4 Lounge aos demais carros do mercado. Ele também não traz os famosos paddle-shifts (borboletas de mudança de marcha), o que considero positivo para reduzir custos – afinal tenho há anos carros com paddle-shifts e praticamente nunca uso no dia-a-dia. Eles valem a pena em carros esportivos, o que não é a proposta do C4 – pelo contrário. Este carro quer servir o conforto e o dia a dia, e para isso considero-o justo.   Andando, o motor turbo de 1.6 litro, em conjunto com o novo câmbio de seis marchas Aisin, se mostraram muito eficazes: bom torque e todas as faixas de rotação, como se fosse um motor 2.0 litros aspirado, mas com maior economia, além de mudanças de marcha muito bem definidas e certeiras – sem a tradicional indecisão e trancos tão comuns do câmbio anterior. Essa sim foi uma enorme mudança, que transformou esse carro. Muuuuuuito melhor, muito mesmo. Esse era o único defeito grave que o C4 (e seus primos e irmãos) tinham. Os faróis direcionais são um diferencial, juntamente com a iluminação por leds, colocando o C4 em um patamar atual, e superior aos concorrentes neste quesito. Falando sobre preço, na faixa dos 95 mil reais, ele está alinhado aos concorrentes. Não considero esse valor razoável hoje em dia se considerarmos o poder de compra dos consumidores potenciais, mas esse é um problema sistêmico e endêmico no Brasil – todos os carros, de todas as categorias, estão custando muito mais do que os consumidores tem condições de pagar, simplesmente porque o Brasil continua em uma crise sem precedentes, e porque não fabrica quase nada de alta tecnologia. Praticamente todos os componentes e peças de valor agregado, como chips, placas, softwares, entre outros, são fabricados por multinacionais não brasileiras, e em fábricas fora do Brasil. Infelizmente. Apenas exportamos as pelotas de ferro que são industrializadas no exterior e importadas a valores incrivelmente altos. De modo geral, considero Citroën C4 Lounge 2019 um carro honesto frente ao mercado, que cumpre com o que se propõe, competitivo junto aos concorrentes, e com grandes chances de começar a reverter a antiga fama de marca de carros caros e frágeis. Ele tem tecnologia, postura, equipamentos e custo-benefício que vão ajudar a PSA a reposicionar a marca no Brasil, aumentando inclusive sua participação no mercado. Fonte: Blog Auto
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30/08/2018
Citroën C4 Cactus espeta concorrentes
Se o mercado de SUVs continua a crescer bastante no Brasil, há razões para apostar em avanços ainda maiores. Entre os de produção nacional o Citroën C4 Cactus, que começa a ser vendido esta semana, demonstra que novas tecnologias também ganham relevância nesse tipo de veículo. O modelo, de forma clara, demonstra dupla personalidade. Na Europa tem o mesmo nome, mas lá se apresenta como um hatch sucessor do C4. Aqui, o visual muda e não se restringe às barras de teto com um criativo desenho “flutuante”. Vão livre do solo de nada menos 22,5 cm, além de ângulos de ataque (22 graus) e de saída (32 graus), permitem enfrentar traiçoeiras lombadas, valetas e buracos que infestam cidades e até estradas por todo o País. Seu estilo moderno, mais típico de um crossover, agrada por proporções compactas – apenas 4,17 m de comprimento – que, no entanto, limitam o volume do porta-malas a 320 litros. Por outro lado, 2,60 m de entre-eixos e 1,71 m de largura garantem habitáculo confortável, incluindo bancos dianteiros bem dimensionados e amplo espaço para joelhos atrás. Forro do teto tem leve concavidade dupla (na frente e atrás). Assim, nenhum ocupante raspa a cabeça, embora falte opção de teto solar. A marca francesa montou um bom pacote de opções de segurança nas versões mais caras: alertas de atenção ao condutor, de saída de faixa, de colisão (detecta veículos e pedestres) e de frenagem automática, além de seis airbags. O interior tem detalhes de acabamento interessantes. Mescla materiais agradáveis ao toque, apliques de tecido e plástico preto brilhante. Quadro de instrumentos é digital (idêntico ao do C4 Lounge). Até o volante de base achatada e parte superior levemente reta denota cuidados do projeto. Falta queda amortecida da tampa do porta-luvas. Dois motores estão disponíveis: 1.6 16V aspirado, de 118 cv (câmbio automático, seis marchas) e 122 cv (manual); 1.6 turbo de 173 cv/etanol (apenas automático). Este último, o mais potente do segmento, muda por completo o temperamento do carro, inclusive por fazê-lo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 7,3 s, acompanhado por um som grave, algo exagerado com o motor em carga. Um dos pontos altos é o acerto de suspensões, o melhor entre quase uma dezena de concorrentes diretos. Direção precisa e freios a disco nas quatro rodas, outros destaques. Desempenha bem no uso em caminhos sem pavimentação que dispensem sistema 4×4, ajudado pelo controle de tração mais apurado (Grip Control) herdado do Peugeot 2008.   Preços são bastante competitivos: vão de R$ 68.990 a 98.990, em três níveis de acabamento. A marca decidiu valorizar seus modelos usados na troca pelo C4 Cactus e investir em assistência técnica desde carro-reserva para consertos acima de quatro dias ou mimos simples como checar pneus, fazer rodízio e completar níveis de água e óleo sem cobrar. Para Ana Theresa Borsari, diretora geral do Grupo PSA, a rede de concessionárias Citroën será pró-ativa na venda de revisões a preço fixo até mesmo fora do período de garantia. “O serviço pré-pago tem crescido muito na Europa e pode se expandir também aqui. É o conhecido ‘tudo-incluído’, conceito surgido na hospedagem”, completa.   Fonte: DEZEROACEM
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16/07/2018
Flagra: Citroën C4 Cactus roda pronto para estreia em setembro
Produzido em Porto Real (RJ), SUV compacto terá motores 1.6 aspirado e turbo O lançamento do Citroën C4 Cactus se aproxima e a marca já nem se preocupa mais em esconder a versão nacional de seu SUV compacto. Pelo contrário, ele roda por vários lugares do país sem camuflagem, criando expectativa para sua chegada. O crossover, que será produzido em Porto Real (RJ), foi avistado em testes em Minas Gerais e São Paulo, já com placas cinzas. Sua apresentação deve acontecer em setembro ou, no mais tardar, em outubro. Os flagras foram enviados pelos leitores Flávio Moraes e Rogério Rangel. Rangel viu o Citroën C4 Cactus em Guaratinguetá (SP), estacionado e sem nenhuma preocupação em esconder o veículo. “Eu gostei do carro, vai atender a um público específico que está a procura de algo novo. Sou um deles”, disse Rangel no e-mail. Já Moraes encontrou o C4 Cactus em Poços de Caldas (MG), aproveitando as paradas no trânsito para tirar algumas fotos. “Minha impressão foi de que ele é menor do que as fotos indicavam, com porte de JAC T40. Dá para ver bem na foto em que ele aparece ao lado do Hyundai Creta”, disse Moraes. E com motivo. Ao menos na Europa, o C4 Cactus mede 2,59 metros de entre-eixos, mesma medida que a do Creta. Só que é bem menor no comprimento, com 4,17 m, enquanto o Creta tem 4,27 m, 10 cm a mais. É a mesma coisa que acontece com o Peugeot 2008, seu companheiro de plataforma e que mede 4,16 m de comprimento. Assim como o Peugeot 2008, o Citroën C4 Cactus será produzido sobre a plataforma PF1. Compartilhará também os motores, sendo o 1.6 FlexStart de 118 cv nas versões de entrada e o 1.6 16V THP de 173 cv nas mais caras. Poderá trabalhar com o câmbio manual de 5 marchas no motor aspirado e automático de 6 marchas no turbo. A Citroën já adianta que o crossover terá pacote de segurança com frenagem automática de emergência e alerta de colisão, alerta de saída de faixa e alerta de pausa para descanso do condutor. A nacionalização mudou alguns elementos do C4 Cactus. Perdeu as janelas traseiras basculantes, adotando um sistema convencional. As colunas serão pintadas na mesma cor que a carroceria, mudando a cor somente do teto para criar um efeito de “teto flutuante”. Assim como o modelo europeu, não terá os “airbumps”, bolsas de ar emborrachadas nas laterais que protegiam as portas contra batidas. O item foi retirado na versão reestilizada, que estreou neste ano na Europa. Agradecemos aos leitores Flávio Moraes e Rogério Rangel por compartilhar as fotos. Caso você flagre um carro camuflado ou desconhecido, compartilhe conosco através do e-mail br.info@motor1.com. Fonte: Motor1
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19/06/2018
Teste Cego Citroën com Chef Henrique Fogaça
O chef Henrique Fogaça recebe alguns convidados para uma fuga da rotina, oferecendo novidades deliciosas e surpreendentes. Se surpreenda você também com o novo C4 Lounge.
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13/06/2018
Citroën C3 2019 ganha versão de visual aventureiro
O Citroën C3 nacional terá uma nova versão de visual aventureiro na linha 2019, a Urban Trail. A configuração inédita traz alguns detalhes de estilo aplicados ao C3 europeu (de terceira geração) e ao C4 Cactus, como airbumps nas portas, molduras plásticas nas caixas de roda e teto bicolor. O Urban Trail chega às lojas em junho, por R$ 63.590. O modelo traz, ainda, maçanetas externas e retrovisores pintados na cor cinza – mesmo tom aplicado às rodas de 16 polegadas com desenho exclusivo. A lista de itens de série do C3 Urban Trail inclui central multimídia com tela de 7 polegadas, bancos em tecido com bordado exclusivo, ar-condicionado digital, luzes diurnas em LED, faróis de neblina e computador de bordo. Contudo, diferentemente das versões Tendance e Exclusive, o Urban Trail não traz para-brisa panorâmico Zenith. A altura da suspensão não teve modificação em relação às demais versões e os pneus são de asfalto – exatamente como no antigo C3 XTR. Na mecânica, o hatch traz o conhecido motor 1.6 VTi flex de até 118 cv (etanol) acoplado ao câmbio automático Aisin de seis marchas. A nova versão estará disponível em quatro tons de cor da carroceria: branco, prata, vinza e vermelho. As três últimas custam R$ 1.390 extras. Fonte: www.revistacarro.com.br
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10/04/2018
Citroën Jumpy Minibus para passageiros chega em maio
Com lançamento programado para a segunda quinzena de maio, a versão passageiros do Citroën Jumpy fez sua primeira aparição pública no Brasil durante a Feira do Empreendedor 2018 SEBRAE em São Paulo (SP). O modelo tem capacidade para levar até 11 passageiros e será vendido no Brasil em versão única por R$ 118.600. Assim como a versão furgão, que já vendeu cerca de 450 unidades no país desde seu lançamento em outubro do ano passado, o Jumpy Minibus será equipado com motor 1.6 Blue HDi diesel quatro cilindros com 115 cv e 30 kgfm a partir de 1.750 rpm acoplado à transmissão manual de seis marchas. A tração é dianteira. Diferentemente do furgão que é oferecido em duas versões, o Jumpy passageiros será vendido em uma única variante, equipada com direção eletrohidráulica, ar-condicionado, vidros e travas elétricas, bancos reclináveis, computador de bordo, rádio FM/AM/MP3, faróis de neblina, controle de tração e estabilidade, cintos de segurança de três pontos para todos os ocupantes e assistente de partida em rampa. Fonte: www.icarros.com.br
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