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06/10/2017
Citroën C4 Lounge perde versão manual (e mais barata)
Se você pensava no C4 Lounge Origine, único sedã com motor turbo e câmbio manual do mercado, como uma opção, pode esquecer. Já fora do configurador da Citroën, a versão deixa de ser oferecida, ficando em linha apenas as versões com câmbio automático, Tendance, Série S e Exclusive. A partir disso, os preços do C4 Lounge vão de R$ 89.990 a R$ 99.790. Fabricado na Argentina, o C4 Lounge já roda camuflado pelo país vizinho, escondendo uma leve reestilização exterior – inspirada no modelo vendido na China. Junto com o primo Peugeot 408, é oferecido com motor 1.6 turbo flex, o THP, com até 173 cv. Até então, poderia ser comprado com o câmbio manual de 6 marchas, único do segmento com esta configuração (o Honda Civic Sport usa motor 2.0 aspirado), mas não obteve sucesso. Agora, apenas com transmissão automática. Fonte: arquivo Motor1.com Brasil
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06/10/2017
Novo Citroën C3 Aircross é testado na França
A Citroën reconheceu a força dos SUVs no atual mercado automotivo. Tanto que, na terceira geração, decidiu transformar o modelo derivado do compacto C3 de monovolume familiar para crossover aventureiro. Ou seja: sai o C3 Picasso e entra o Aircross _ processo que ocorreu no Brasil na segunda geração do compacto. Como diferencial, a fabricante investiu pesado no design e, no modelo que acaba de chegar às concessionárias europeias, oferece 85 possibilidades de combinações de cores para personalização, tanto para o exterior quanto para o interior. Estilo para dar e vender. O design do novo C3 Aircross é decididamente original. Não foram inseridos os “airbumps” que surgiram no Cactus, mas o C3 dispõe de alguns elementos distintivos na última coluna feitos de policarbonato para “quebrar” a visão externa em relação ao conteúdo da bagagem no porta-malas _ útil para quem carrega objetos de valor. A frente tem aparência agressiva, com a linha do capô sendo cortada pela grade que contém o “double chevron” da Citroën e que se alinha às luzes diurnas em leds. Já os faróis principais vêm com máscara negra e moldura de cor diferenciada. As rodas têm pintura diamantada em preto brilhante e podem ser de 16 ou 17 polegadas. Por dentro, muito espaço. Com todos os bancos em estado normal, a capacidade de carga é de até 520 litros. Porém, se forem rebatidos os bancos traseiros, o volume pode chegar aos 1.289 litros. O banco do passageiro da frente também oferece opção de rebatimento e permite que objetos de até 2,4 m de comprimento sejam carregados dentro do carro. Em relação ao painel de instrumentos, os controles são de fácil manuseio e estão todos ao alcance. Tudo controlado por uma tela sensível ao toque localizada logo abaixo das saídas centrais de ar. No mercado europeu, o novo Citroën C3 Aircross possui cinco opções de motores. Três são da família PureTech a gasolina, um aspirado e dois turbo, com 82, 110 e 130 cv. Outras duas motorizações são a diesel, da gama Blue HDi, de 100 e 120 cv. O câmbio pode ser manual ou automático de seis velocidades. O modelo não conta com sistema de tração 4X4, mas algumas assistências são oferecidas: o carro tem abertura e ignição que dispensam o uso da chave (keyless), assistente para estacionamento, frenagem automática de emergência, sensores de ponto cego, reconhecimento de limites de velocidades, alerta de faixa de rolamento, câmara de ré e assistente para partida em rampas. No Brasil, o modelo segue na geração anterior, com a já conhecida configuração de carroceria monovolume e estética aventureira. Ainda não há planos para a vinda da nova geração para cá.  Fonte: www.tribunademinas.com.br
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03/10/2017
Segredo: Citroën C4 Cactus chega no começo de 2018
Modelo será fabricado em Porto Real (RJ) e terá design que ainda não estrou na Europa. A Citroën vai lançar o C4 Cactus no Brasil no começo de 2018. O modelo será fabricado em Porto Real (RJ) e terá o design igual ao da versão francesa (que será reestilizada no final deste ano). Primeiro SUV compacto da Citroën, o Cactus é baseado na plataforma PF1, a mesma de C3, DS3 e Aircross. Mas é maior que eles: são 2,60 m de entre eixos, contra os 2,46 m do C3 e os 2,54 m do Aircross. É maior, inclusive, que o Peugeot 2008, que usa a mesma base. Mas a grande vantagem do C4 Cactus sobre o irmão 2008 é outra: tanto o motor 1.6 aspirado de 122 cv como o 1.6 THP (turbo com injeção direta) serão oferecidos no carro brasileiro com o câmbio automático de seis marchas da Aisin, que não pode ser instalado no 2008. Lançado na Europa em 2014, o Citroën C4 Cactus chegará ao Brasil já reestilizado. Mesmo camuflado é possível ver que a tomada de ar central está diferente e há uma grade falsa na altura dos DRLs. Afinal, os faróis são divididos em duas peças, como na Fiat Toro e no C4 Picasso. O C4 Cactus nacional também perderá as bolsas de ar emborrachas (Airbumps) nas portas, que eram sua marca registrada. Mesmo na Europa, essas peças serão menores após a reestilização. Também podemos esperar mudanças no interior ao carro oferecido no velho continente. O painel do modelo atual é bastante simples, baixo e com a tela que faz a a função de quadro de instrumentos saltada. Também não há alavanca de câmbio: a caixa automatizada oferecida na Europa é operada por botões no console. O porta-luvas fica na parte superior do painel e, por isso, o airbag do passageiro sai do teto. Isso tem explicação: na Europa, o C4 Cactus é um carro simples.  No Brasil, porém, o Cactus ocupará a faixa de R$ 80 mil a R$ 100 mil. Por isso, é bem provável que o carro brasileiro tenha interior mais convidativo. Fonte: www.quatrorodas.abril.com.br
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13/09/2017
Salão de Frankfurt: Citroën mostra o C4 Picasso
A minivan possui um motor potente: 1.6 com 165 cv de potência a 6 mil rpm. A Citroën apresenta o C4 Picasso 2018 com mudanças sutis nos para-choques e grade, mas com a adição de mais itens ao pacote de tecnologia. Entre eles está o alerta de mudança de faixa que, em uma velocidade acima de 60 km/h, interfere no volante e o de cansaço, além de monitor de ponto cego e leitura de placas de trãnsito. Na questão conforto, os bancos possuem massagem e uma bandeja como a dos aviões. E quanto ao espaço, os assentos deslizam e podem ser rebatidos individualmente, permitindo aumentar o porta-malas. Em relação à parte mecânica, o motor 1.6 THP, de quatro cilindros, garante uma potência de 165 cv a 6 mil rpm. O câmbio é automático de seis marchas. E a direção é elétrica. Fonte: www.diariodepernambuco.vrum.com.br
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12/09/2017
Salão de Frankfurt: C3 Aircross é apresentado pela Citroën
Por enquanto, o utilitário compacto é voltado apenas para o mercado europeu. A Citroën promoveu a estreia do C3 Aircross, modelo que, por enquanto, é exclusivo para o mercado europeu. O SUV compacto possui um total de 12 itens que auxiliam o motorista na condução. Entre eles, estão o assistente de estacionamento e o head-up display. O modelo ainda conta com a mais nova central multimídia da marca. Ainda no interior do carro, os cinco bancos são individuais e podem ser rebatidos, oferecendo a opção de levar objetos de até 2 metros na cabine do utilitário. E o porta-malas, originalmente de 410 litros de capacidade, pode ser capaz de acomodar 520 litros a depender da configuração dos assentos. O C3 Aircross ainda possui teto solar panorâmico, rodas de liga leve e skid plate nos para-choques, compondo um estilo forte. Fonte: www.diariodepernambuco.vrum.com.br    
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01/09/2017
Destinado para a Europa, Citroën apresenta o inédito C3 Aircross
Quando procurada pelo AUTOO, a Citroën faz questão de bater na tecla de que ele será destinado exclusivamente aos europeus, mas sem dúvida nenhuma o modelo se sairia bem onde quer que fosse oferecido.   Estamos falando do inédito C3 Aircross, modelo que estreará neste mês durante o Salão de Frankfurt e busca posicionar de uma forma melhor a Citroën no segmento dos SUVs compactos.   A novidade conta com 4,15 m de comprimento, portanto é ainda um pouco menor do que os representantes da categoria aqui no Brasil, onde é necesário oferecer bom espaço interno e capacidade de carga no porta-malas. Um Honda HR-V, por exemplo, tem comprimento na casa de 4,30 m.   Mas o ponto forte do novo C3 Aircross é investir em uma constelação de assistentes de condução, 12 ao todo segundo a Citroën, contemplando assistente de estacionamento, head-up display, dentre outros. Além disso, ele também cuida muito bem da conectividade com a central multimídia mais recente da marca e oferece a possibilidade de carregamento por indução para smartphones.   Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Citroën C3 Aircross Mesmo com o tamanho sem exageros, a Citroën promete uma “modularidade incomparável” dentro da categoria para o C3 Aircross. Os 5 assentos são individuais e até mesmo o do passageiro dianteiro pode ser dobrável, permitindo acomodar objetos de até 2,40 m na cabine do SUV. Ponto positivo também para o porta-malas, que oferece 410 litros de capacidade podendo atingir até 520 litros dependendo da configuração dos bancos.   O modelo ainda conta com teto solar panorâmico e um visual bem robusto, com skid plate nos para-choques dianteiro e traseiro, rodas de liga leve com um tamanho destacado e arcos de prolongamento dos para-lamas.   De qualquer forma, mesmo com a Citroën do Brasil destacando que o Aircross nacional por aqui registrou um crescimento de 16,8% entre janeiro e julho na comparação com o mesmo período de 2016, é bom ficarmos de olho no inédito C3 Aircross, já que ele mostra-se um produto bem interessante. Até o momento, apesar da Citroën também não bater o martelo oficialmente, a francesa deverá nacionalizar o C4 Cactus, um produto interessante para atuar no segmento de Jeep Compass e cia. Fonte: www.autoo.com.br
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29/08/2017
Citroën C4 Lounge seguirá mudanças visuais do modelo chinês
À venda no mercado sul-americano desde 2013, a atual geração do Citroën C4 Lounge não deve demorar para receber novidades no visual. Conforme antecipa flagra publicado nesta semana pelo site Autoblog Argentina, a mesma reestilização que o sedã recebeu há alguns meses na China será fielmente aplicada à versão produzida em El Palomar, na Argentina. As mudanças não serão profundas, mas suficientes para manter o três-volumes atualizado até a chegada da próxima geração. Por fora, todo o conjunto frontal será remodelado. Os faróis, por exemplo, terão novo desenho e iluminação mais sofisticada, enquanto a grade ganhará novos filetes e ficará mais integrada ao conjunto. A traseira receberá lanternas com novo desenho interno e leves alterações no para-choque. Laterais, por sua vez, receberão apenas rodas resenhadas. Por dentro, a expectativa fica por conta de novidades como quadro de instrumentos, sistema de entretenimento mais moderno e volante multifuncional com mais comandos integrados. O motor 1.6 THP de 173 cv seguirá como única opção do portfólio, trabalhando em conjunto com câmbios de 6 marchas, manual ou automático. O lançamento deve acontecer ainda neste ano. Fonte: www.carplace.uol.com.br
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14/08/2017
Citroën Aircross renovado enfrenta Honda WR-V
O Citroën Aircross sempre teve seu público cativo, mas seu antigo câmbio automático de quatro marchas era uma pedra no sapato do modelo aventureiro. Agora, o Citroën ganhou uma caixa de seis marchas, que o ajudou a vencer o WR-V no comparativo entre as versões de topo dos dois carros. Além das melhorias mecânicas, a tabela mais em conta do Aircross Shine 1.6, vendido por R$ 76.700, ante os R$ 83.400 do WR-V EXL, fez a balança pender para o modelo feito em Porto Real (RJ). O Citroën tem também custos menores de manutenção e seguro. De resto, eles foram bem equivalentes em vários quesitos. O Aircross leva pequena vantagem no porta-malas. O compartimento leva 403 litros e pode ser expandido até 1.500 litros, enquanto o volume possível no WR-V vai de 363 litros a 1.045 litros. O Honda até traz um prático sistema de rebatimento dos bancos, que permite várias configurações internas, mas na hora de encher o carro, o modelo da Citroën vai melhor. Os ocupantes também viajam com mais espaço no Citroën, embora os bancos do WR-V sejam mais confortáveis. As formas mais quadradonas do Aircross fazem dele a melhor escolha para quem costuma levar três pessoas no banco traseiro com frequência. Ambos trazem de série itens básicos como direção assistida, trio elétrico e ar-condicionado. No entanto, só o sistema do Aircross é automático e digital, ante o simples do WR-V. A falta de controle de estabilidade é falha grave nos dois modelos. Porém, só o Honda tem importantes air bags laterais e de cortina e GPS na central multimídia. Os sistemas de entretenimento dos dois carros são complicados de usar. O da Honda não tem botões físicos nem para ajustar o volume, que precisa ser feito por uma escala sensível ao toque, imprecisa e que dificulta o manuseio. A central do Aircross tem processamento lento e não traz Android Auto. O espelhamento de celulares que usam esse sistema operacional é feito por meio do Mirror Screen. Durante a avaliação, porém, foi impossível fazer o pareamento. Já o CarPlay, compatível com telefones da Apple, funcionou bem. Controversos. Por fora, os dois modelos têm visual discutível. Enquanto o Aircross de topo mantém o estepe pendurado na tampa, o WR-V, que é até bem resolvido de frente, aposta em lanternas em formato de bumerangue na traseira. Essa solução quebra a harmonia das linhas gerais. Citroën ganhou personalidade com o novo câmbio A mudança na transmissão do Aircross fez muito bem ao monovolume. O antigo câmbio sofria para levar às rodas a força do 1.6 (com potência de até 118 cv) e tirava muita agilidade do modelo. O consumo era bastante prejudicado. Agora, o comportamento do modelo melhorou bastante. Com escalonamento correto, o Aircross acelera e retoma velocidade com menos esforço e mantém giros menores em velocidade de cruzeiro na estrada. Se antes o 1.6 parecia até fraco para o modelo, agora consegue mostrar valentia mais que suficiente para um carro com apelo familiar. O comportamento melhorou mesmo com potência menor. Ante a versão do modelo vendida até então, o motor do Aircross tem 4 cv a menos. Além disso, a boa transmissão automática deixou o carro da Citroën mais gostoso de dirigir. Já o WR-V é equipado com transmissão CVT, de relações infinitas. As respostas do Honda são boas e o desempenho do 1.5 de 116 cv não decepciona, mas motorista e câmbio acabam demorando mais para se entender. O CVT responde rápido e o WR-V deslancha fácil, mas às custas de rotações elevadas por períodos mais longos, o que diminui razoavelmente o prazer ao dirigir o modelo. Ao menos, a suspensão do WR-V tem ótimo acerto e compensa a carroceria “altinha” do modelo, que até parece gostar de umas curvas. A direção também tem respostas mais diretas e mais peso que a do Aircross. O sistema do Citroën poderia ter mais precisão, principalmente em alta velocidade. Fonte: www.meucarronovo.com.br
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18/07/2017
Teste: Citroën C4 Picasso e Grand C4 Picasso, as minivans raiz
Com opções de 5 e 7 lugares, a minivan C4 Picasso promete retorno ao Brasil com muita tecnologia para atender a sua família, tenha ela o tamanho que tiver Pai, mãe, dois filhos (um no cadeirão, outro no assento elevado), babá, sogro, sogra… Viu como nem é tão difícil assim lotar um carro de sete lugares? Pois bem, a Citroën viu.   Remando contra o tsunami global dos SUVs (que não raramente também têm sete lugares), a marca francesa segue como uma das poucas a apostar nas minivans.   E agora parece que vai colocar mais fichas na jogada: com as renovadas C4 Picasso (cinco lugares) e Grand C4 Picasso (sete lugares), ela pretende vender 1.000 unidades por ano. Nem é tanto assim, mas já representa um grande salto em relação às pífias 218 comercializadas em 2016.   Fabricadas em Vigo, na Espanha, as minivans chegam às concessionárias do Brasil no fim de maio. Nem mesmo o facelift discreto e a exibição durante o Salão do Automóvel de São Paulo, no fim de 2016, diminuem o brilho dessa dupla. Nas ruas, muita gente as seguiu com os olhos, numa outra prova de que elas ainda despertam interesse. Se chamou a sua atenção também, prepare o bolso: o preço varia dos R$ 121.400 da C4 Picasso básica aos R$ 167.400 da Grand C4 Picasso completa.   A motorização é velha conhecida do brasileiro: o confiável 1.6 THP de 165 cv a gasolina. Com turbo, intercooler e injeção direta, funciona acoplado a uma transmissão automática de seis marchas, formando uma dupla bastante eficiente, ou seja, econômica quando administrada com suavidade e bem disposta quando exigida. Na pista, ambas aceleraram de 0 a 100 km/h abaixo dos 10 segundos, com consumo superior a 10 km/l na cidade e de cerca de 13 km/l na estrada.   Como é de se esperar de um veículo tipicamente familiar, a suspensão privilegia o conforto, embora o conjunto traseiro trabalhe um tanto ruidoso.   Lado a lado, as diferenças entre as versões de cinco e sete lugares estão a partir da porta traseira. No perfil, a janela extra delimita bem a extensão que permitiu a instalação do par de bancos extras.   O modelo de cinco lugares tem 4,43 metros de comprimento e 2,79 de entre-eixos. O maior mede, respectivamente, 4,6 e 2,84 metros. Saindo do perfil e chegando à traseira é que surgem as grandes diferenças. O de cinco lugares, direcionado a um público mais jovem, tem um estilo mais esportivo, com lanternas horizontais. No de sete, a Citroën optou por um conjunto óptico de contorno sinuoso.   Ao contrário do que se imagina, o acesso à terceira fileira de bancos é fácil, pois a fila central corre sobre trilhos e tem bancos individuais e dobráveis – mesmo a versão de cinco lugares conta com essa facilidade. Minivans de raiz, as C4 Picasso têm na modularidade e no espaço as suas grandes armas. Soluções como porta-objetos no assoalho e bandejas no encosto dos bancos, claro, têm presença garantida. Até o câmbio colabora para reservar mais espaço para as pessoas, com sua alavanca seletora de marchas na coluna de direção, junto ao volante. No porta-malas, o volume varia em função da posição dos bancos: de 537 a 630 litros na de cinco lugares e de 130 a 704 litros na de sete. Com a segunda fileira avançada e a terceira recolhida, ou seja, com bancos armados para cinco ocupantes, o volume máximo é de 575 litros. Cedidas para teste em suas versões mais completas, as duas minivans impressionam pelo elevado nível de itens de tecnologia, segurança e conforto. Entre os equipamentos: telas de 7 e de 12 polegadas, faróis de xenônio direcionais, reconhecimento de leitura de placas de velocidade, sistema ativo de auxílio de estacionamento, bancos dianteiros com ventilação e massagem e teto panorâmico fixo. E aí, seu planejamento familiar e a sua garagem têm espaço para uma dessas minivans?   Veredicto   Bonitas, completas, espaçosas e eficientes, as novas C4 têm todas as armas para enfrentar os SUVs de cinco e sete lugares. Só perdem em um ponto (crucial): são minivans, não SUVs.   Preço das versões de 5 e 7 lugares   Seduction   Faróis de neblina, ar dualzone, sensor de farol, rodas 17, multimídia com tela de 7 polegadas, freio de estacionamento elétrico, assistente de rampa, controle de tração e estabilidade.   R$ 121.400 (5 lugares) R$ 131.400 (7 lugares)   Intensive   Seduction mais teto panorâmico, lanternas de led, faróis auxiliares de curva, faróis de xenônio, tela extra de 12 polegadas, câmera de ré, chave presencial.   R$ 132.000 (5 lugares) R$ 142.000 (7 lugares)   Intensive Confort   Intensive mais bancos com couro e tecido, sistema de câmera 360 graus, alerta de ponto cego.   R$ 141.900 (5 lugares) R$ 152.500 (7 lugares)   Intensive Luxe   Intensive Confort mais bancos de couro, sistema de reconhecimento de placas de velocidade, sistema de alerta e correção de desvio involuntário de faixa, farol alto automático, tela nos apoios de cabeça dianteiros. R$ 152.000 (5 lugares) R$ 167.400 (7 lugares)   Teste de pista (com gasolina)   C4 Picasso Grand C4 Picasso Aceleração de 0 a 100 km/h 9,5 s 9,8 s Aceleração de 0 a 1000 m 30,6 s – 171,5 km/h 30,9 s – 171,7 km/h Retomada de 40 a 80 km/h 3,9 s 4,2 s Retomada de 60 a 100 km/h 5,2 s 5,3 s Retomada de 80 a 120 km/h 6,4 s 6,7 s Frenagens de 60 / 80 / 120 km/h a 0 15,5/26,6/62,6 m 15,5/27/62,3 m Consumo urbano 10,6 km/l 10,3 km/l Consumo rodoviário 13,3 km/l 12,7 km/l Ficha Técnica   C4 Picasso Grand C4 Picasso Motor 4 cil., gas., diant., transv., 1.598 cm3, 16V, turbo, 165 cv a 6.000 rpm, 24,5 mkgf a 1.400 rpm 4 cil., gas., diant., transv., 1.598 cm3, 16V, turbo, 165 cv a 6.000 rpm, 24,5 mkgf a 1.400 rpm Câmbio automático, 6 marchas, tração dianteira automático, 6 marchas, tração dianteira Suspensão McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.) McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.) Freios disco ventilado (diant.) e disco sólido (tras.) disco ventilado (diant.) e disco sólido (tras.) Direção elétrica elétrica Rodas e pneus 205/55 R17 205/55 R17 Dimensões comprimento, 442,8 cm; largura, 182,6 cm; altura, 162,5 cm; entre-eixos, 278,5 cm; peso, 1.405 kg; porta-malas, 537 a 630 litros comprimento, 459,7 cm; largura, 182,6 cm; altura, 164,4 cm; entre-eixos, 284 cm; peso, 1.430 kg; porta-malas, 130 a 704 litros Preço De R$ 121.400 a R$ 152.000 De R$ 131.400 a R$ 167.400 Fonte: www.quatrorodas.abril.com.br
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13/07/2017
Citroën C3 automático: câmbio novo, vida nova
Com uma nova transmissão automática de seis velocidades, hatch premium da marca reforça suas qualidades Está cada vez mais difícil adicionar o termo “premium” a qualquer tipo de carro. Talvez seja pelo excesso de uso da palavra, mas o fato é que um hatch que queira usar tal adjetivo não se pode dar ao luxo (sacaram o trocadilho?) de ter componentes mecânicos em descompasso com os seus principais concorrentes. O Citroën C3 automático era um desses carros ameaçados de ficar para trás. Mas agora ele trocou o câmbio de quatro velocidades por um de seis marchas e a vida mudou. Para melhor, caso queiram saber. Vamos ver como a novidade, avaliada na versão Exclusive topo de linha (R$ 65.490), se sai. Marcha a marcha: o que mudou na mecânica? Não foi apenas trocar o câmbio. O C3 passou por mudanças na entrega de desempenho para se adaptar melhor à transmissão de seis velocidades fornecida pela japonesa Aisin. Houve diminuição na potência no 1.6 16V flex com comando variável de válvulas, que foi de 122 cv para 118 cv com etanol (com pico a 5.750 rpm). A Citroën ainda não deixou claro qual o motivo da redução, mas o mais provável é que tenha sido alterada a curva de torque para entregar mais força em rotações mais baixas, compensando o uso de marchas mais longas no câmbio por meio da intervenção na ação dos variadores de fase nos comandos de válvula. O torque máximo é de 16,1 kgfm a 4.750 rpm tanto com etanol quanto com gasolina. Pesos e medidas As novidades do Citroën C3 se concentraram embaixo do capô, então é natural que as suas medidas não tenham se alterado muito. O hatch tem 3,94 m de comprimento, 1,71 m de largura, 1,52 m de altura e 2,46 m de entre-eixos. O porta-malas é capaz de acomodar até 300 litros de bagagens. A versão Exclusive é a mais equipada da linha, portanto, também é a mais pesada, com 1.202 kg. O que tem de bom? De série, o C3 Exclusive traz direção elétrica, ar-condicionado automático, trio elétrico, porta-luvas refrigerado, banco do motorista com ajuste de altura, volante com regulagem de profundidade e altura, faróis de neblina, sensor de estacionamento traseiro, central multimídia sensível com tela sensível ao toque de 7 polegadas, para-brisa Zenith, volante revestido de couro, acabamento cromado nos espelhos e rodas de liga leve de 16 polegadas. Relembrando meu primeiro carro de teste Vocês podem achar que estou brincado, mas lá nos idos de 2008, quando eu peguei meu primeiro carro de teste como repórter aqui pelo iCarros, tal carro também era um Citroën C3 Exclusive automático - então na primeira geração do modelo. Desde então dirigi o hatch quando recebeu a segunda geração em 2012 e, mais recentemente, quando foi lançada a nova transmissão automática. Então podemos dizer que eu acompanhei bem a evolução do C3 nesses quase dez anos e me vejo mais uma vez à frente de um C3 Exclusive automático. Mas que evolução... Às vezes, esse intervalo tão grande entre pegar o carro pela primeira e depois pela segunda vez faz com que as qualidades caiam no esquecimento. Mas basta a primeira volta para trazer tudo à mente de novo. Olhando no passado, a versão Exclusive com câmbio automático era focada no conforto. Isso o C3 oferece com sobra. Os bancos dão bom suporte aos passageiros, o teto é bem alto e, no geral, a impressão é de que a cabine é bem arejada, ainda mais com o para-brisa Zenith, que se abre até o meio do teto. O isolamento acústico é dos melhores na categoria e, com o carro em movimento, não dava para se ter uma percepção do mundo lá fora. A suspensão é claramente focada no conforto, tanto que cheguei a pensar que a minha rua tinha sido recapeada, pois os solavancos estavam menos irritantes que o normal. E ainda tem a direção elétrica, levíssima no trato. Mas em qualquer retomada ou aceleração forte, o antigo câmbio automático de quatro velocidades quebrava esse ambiente agradável, forçando o motor a trabalhar em altos regimes para compensar a falta de mais marchas. Graças à nova transmissão de seis velocidades, isso não acontece mais. Raramente o C3 ultrapassa as 2.500 rpm e, usando o modo Eco (focado na eficiência), o limite é de 2.000 rpm a menos que o motorista pise mais forte. Isso não só deixa a condução mais confortável e em linha com a proposta do hatch, como também deixou o carro razoavelmente econômico. A unidade avaliada estava abastecida com gasolina e, mesmo no trânsito pesado da capital paulista, obteve uma média de 9 km/l. Nada mal para um carro 1.6 automático que não tem foco específico na economia de combustível. Claro que, mesmo fora do modo Eco, o câmbio não é o que se poderia chamar de ligeiro nas respostas e o motor tem um fôlego apenas “suficiente” para que o carro vá bem na cidade e rode na estrada. A troca de marchas ocorre de maneira imperceptível. O objetivo do C3, afinal, é trazer conforto no final das contas. Algumas coisas já estão entregando a idade do projeto desse hatch da Citroën. É o caso do acabamento. Ele é visualmente agradável, mas abusa dos plásticos rígidos. O painel de instrumentos já está começando a cansar e os botões do controle de ar-condicionado automático já aparentam a idade que têm. A tela multimídia é um avanço no projeto, tem boa resolução e é fácil de operar, mas peca por trazer o espelhamento de smartphones pelo Apple Car Play, para iOs, e Mirror Link, para Android. Nesse caso, um Android Auto seria mais que bem-vindo. No entanto, os botões físicos de controle da tela ficam abaixo do ar-condicionado em posição pouco ergonômica. O mesmo aviso fica para os comandos do rádio e do controle de cruzeiro. Feitos por hastes atrás do volante. Eu sou o primeiro a apreciar um volante limpo, sem botões, como no Porsche 718 Boxster, mas em um carro urbano, a comodidade fala mais alto. Isso e a aparência da haste e botões dos controles de áudio não têm a mesma sensação de qualidade do resto da cabine. Fonte: www.icarros.com.br
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