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25/01/2019
Citroen C4 Hatch: história, versões, modelos, motores, equipamentos
A família C4 da Citroën foi e ainda é uma das mais importantes na linha da marca não só no mercado brasileiro, como no restante do mundo. A gama é representada atualmente pelo crossover compacto C4 Cactus, pelo sedã médio C4 Lounge e pelas minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso. Porém, a antiga geração envolveu diversos outros modelos, como o Citroën C4 Hatch. O C4 Hatch foi o segundo lançamento da família Citroën C4 em nosso mercado. Ele chegou cerca de dois anos após o C4 Pallas, um sedã de porte médio que cativou logo de cara pelo porte avantajado, o interior bastante moderno e espaços e também a lista farta de equipamentos de série (sobretudo nas versões mais caras da gama). Este modelo foi substituído em 2013 pelo C4 Lounge, que é vendido até hoje. Tudo começou em meados de setembro de 2004, quando a Citroën mostrou ao mundo o inédito C4 Hatch no Salão do Automóvel de Paris, na França. O carro seguia boa parte das linhas do sedã e também do C4 VTR, um cupê de duas portas que inclusive foi o responsável por estrear a linha C4 em nosso mercado. Entretanto, o carro demorou longos cinco anos para começar a ser vendido no Brasil. Ainda assim, ele chegou com visual ousado, bom nível de acabamentos e uma certa modernidade, sobretudo quando comparado com parte da concorrência. Quer saber toda a trajetória do Citroën C4 Hatch? Confira abaixo os principais detalhes:   Citroën C4 Hatch na Europa Como citado nos parágrafos acima, tudo começou em meados de 2004. Em março daquele ano, a Citroën apresentou aos consumidores o C4 WRC Concept, um protótipo em forma de cupê preparado para competições. Todavia, ele já antecipava boa parte das formas do novo C4 de produção. A versão final do carro foi, enfim, apresentada em setembro, durante o Salão de Paris de 2004. Não dá para negar que o visual do Citroën C4 era um dos principais chamarizes do hatch médio. Pode-se falar ainda que o carro tem um design um tanto quanto atual para os padrões de hoje em dia. A dianteira da carroceria é a mesma entre os modelos hatch, cupê VTR e sedã Pallas. Na parte frontal, o C4 exibe faróis com formato tipo bumerangue, com um prolongamento que invade a parte superior do capô (este com um vinco marcante no centro). E por falar na parte central, lá há a característica grade com dois filetes cromados e o logotipo de duplo chevrón da marca francesa. O para-choque tem uma ampla tomada de ar na parte inferior e uma outra grade logo acima. Visto de lateral, se sobressai o teto em formato de arco, com as janelas das portas e colunas acompanhando o mesmo desenho. A lataria, por sua vez, não abusa dos vincos e apresenta um visual mais “clean”. Por conta dessas formas mais suaves, o carro tem um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,29. Já a traseira também exibe um formato mais abaulado e as lanternas seguem a mesma ideia dos faróis. Neste caso, as lanternas ocupam uma posição vertical na extremidade traseira. O suporte de placa fica situado no para-choque, deixando a tampa do porta-malas mais limpa. Porém, o Citroën C4 Hatch se diferenciava mesmo pelo interior. O destaque do carro é o painel, com o cluster de instrumentos na posição central e boa parte das informações reunidas num display digital de iluminação alaranjada. O volante tem o cubo central fixo, este com os comandos do sistema multimidia também fixos. Vale ressaltar que o Citroën C4 Hatch chegou a ganhar uma segunda geração lá fora, lançada no ano de 2010. Este modelo foi praticamente a versão dois-volumes do C4 Lounge vendido por aqui. Em comparação com o antigo, ele ganhou em espaço interno, refinamento e recursos tecnológicos. Além disso, adotou um visual mais atual.   Citroën C4 Hatch ao Brasil Depois de muita espera, os consumidores brasileiros puderam ter o primeiro contato com o novo Citroën C4 Hatch durante o Salão do Automóvel de São Paulo em 2008. Na ocasião, a marca francesa apresentou não só o novo hatch médio, como também a inédita minivan C4 Picasso em sua configuração de cinco lugares. As vendas do novo C4 Hatch tiveram início cinco meses depois, mais precisamente na primeira quinzena de março de 2009. O novo membro da família Citroën C4 chegou para competir diretamente com modelos como Fiat Stilo, Nissan Tiida, Volkswagen Golf, Ford Focus Hatch, Peugeot 307 e Chevrolet Vectra GT. Produzido na Argentina, ele chegou importado em duas versões de acabamento: a GLX, de entrada, e a Exclusive, topo de linha. Ambas foram ofertadas com o motor 1.6 16V Flex ou 2.0 16V Flex, este último com a opção de transmissão automática sequencial de quatro marchas. No momento do lançamento, a marca francesa disse que a aposta do carro era um público mais jovem. Para se destacar, ele oferecia diversos recursos como sistema de som com conexão Bluetooth para celulares, o já citado volante com comandos centrais fixos, ar-condicionado automático digital de duas zonas, faróis de xênon direcionais de dupla função, entre outros. Além disso, o visual mais arrojado contribuiu para atingir esta parcela do público. O carro mede 4,26 metros de comprimento (50 centímetros a menos que o sedã C4 Pallas), 1,77 m de largura e 1,46 m de altura, com distância entre-eixos de 2,61 m. O porta-malas tem capacidade para 320 litros (ou 260 l a menos que o Pallas), enquanto o tanque de combustível comporta até 60 litros. O C4 Hatch foi anunciado com bons equipamentos de série desde a sua versão mais básica. O modelo GLX saía de fábrica com ar-condicionado, direção eletro-hidráulica, travas e retrovisores elétricos, airbags frontais, freio a disco nas quatro rodas com sistema antitravamento (ABS) e auxilio de frenagem de emergência (AFU), volante multifuncional, sistema de som com CD player e MP3 player, computador de bordo multifunções, porta-luvas refrigerado e com iluminação, faróis com regulagem elétrica, entre outros. Ele conta também com ventilação traseira com regulagem, vidros dianteiros e traseiros elétricos com sistema “um toque” e antiesmagamento, banco traseiro bipartido, banco do motorista com regulagem de altura e lombar, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis no banco traseiro, chave com dispositivo antifurto, rodas de liga-leve de 16 polegadas com pneus 205/55 R16, entre outros. Já o C4 Hatch Exclusive, o mais caro da gama, contava também com conexão Bluetooth com comandos no volante, retrovisor interno eletrocrômico, ar-condicionado automático digital de duas zonas, bancos com revestimento em couro, sensor de estacionamento traseiro, airbags laterais e de cortina, faróis com acendimento automático, limpadores de para-brisa com acionamento automático e sensor de velocidade, faróis de neblina, soleiras metálicas nas portas dianteiras, detalhes cromados no painel, volante e alavanca de câmbio em couro, ponteira de escape cromada, entre outros. Como opcional, a marca oferecia o Pack Tecnologique por R$ 5,8 mil a mais, com direito a banco do motorista com quatro estágios de regulagem elétrica, alarme, sensor de estacionamento dianteiro, retrovisores externos com rebatimento elétrico, alarme, faróis xênon direcionais com duas funções, controle eletrônico de estabilidade e controle de tração. Na motorização, as versões mais em conta contam com um motor 1.6 16V Flex de quatro cilindros, capaz de desenvolver 110 cavalos de potência com gasolina e 113 cv com etanol. Ambos estão disponíveis a 5.00 giros. O torque é de 14,5 e 15,8 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm. Ele está associado a um câmbio manual de cinco marchas. De acordo com dados da Citroën, o desempenho do C4 Hatch 1.6 manual não é um dos mais empolgantes. Ele consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 12,8 segundos e atinge velocidade máxima de 180 km/h. Já a respeito do consumo, ele registra 6,8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol e 8,8 e 13 km/l, respectivamente, com gasolina. No caso das versões mais caras, há o 2.0 16V Flex de quatro cilindros, este com transmissão manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades. Ele rende 143 cavalos de potência com gasolina e 151 cv com etanol, a 6.000 rpm, e torque de 20,3 e 21,6 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm. Conforme os dados do fabricante, o Citroën C4 Hatch 2.0 manual atinge os 100 quilômetros por hora em 10 segundos. A velocidade máxima é de 200 km/h. Quanto ao consumo, o carro faz 6 km/l na cidade e 8 km/l na estrada com etanol e 8,5 e 10,5 km/l, respectivamente, com gasolina. O C4 Hatch 2.0 automático, por sua vez, cumpre a mesma prova em 11 segundos e alcança 193 km/h. O consumo é de 6 km/l na cidade e 9 km/l na estrada com etanol e, respectivamente, 7,8 e 11,7 km/l com gasolina. Ainda no conjunto mecânico, ele traz suspensão dianteira do tipo McPherson com braços inferiores triangulados, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Já na traseira, a suspensão é do tipo independente, com eixo traseiro com braços estendidos, travessa deformável, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora.   Série especial C4 Solaris em 2012 A primeira série especial da linha do Citroën C4 Hatch foi a Solaris, que já havia sido oferecida na gama do modelo menor Citroën C3, voltou a ser vendida e naquela ocasião também para o hatch médio. Ele chegou em março de 2012, como um modelo com produção limitada. A principal característica do C4 Solaris é o teto solar elétrico. Este teto solar traz abertura elétrica, película que reflete 95% dos raios UV e IR, duas posições de abertura e defletores que reduzem a turbulência no interior do carro. O novo Citroën C4 Solaris tem como base a versão Exclusive, com motor 2.0 litros flex e câmbio manual ou automático. A lista de equipamentos de série era a mesma da sua configuração de base. Os preços praticados na época eram de R$ 61.300 para o manual e R$ 69.090 para o automático.   Novo C4 Rock You como série limitada em 2013 Um ano após a chegada do C4 Solaris, a Citroën anunciou outra série especial para a gama do C4 Hatch. O novo Citroën C4 Rock You chegou em maio de 2013, com produção limitada a 700 unidades e preço inicial de R$ 53.145. O principal diferencial do carro era o sistema de som mais aprimorado. O modelo oferecia um sistema de som composto por dois alto-falantes dianteiros de 75 watts RMS cada, dois woofers (mais Mid Ranger) e dois tweeters. Havia também dois alto-falantes quadriaxiais traseiros de 90 watts RMS cada, dois woofers de 6,5 polegadas com cone IMPP, borda de borracha, um tweeter em PEI e dois tweeters com membrana Mylar. Além disso, o C4 Rock You ostentava um subwoofer subplano amplificado de oito polegadas em alumínio selado, com 100 watts RMS e frequência de 40 a 200 Hz posicionado no porta-malas. Outro diferencial do carro era o logotipo “Rock You” posicionado na tampa do porta-malas. Ele foi vendido com motor 1.6 16V, câmbio manual e somente nas cores preto e prata.   C4 Competition com visual ‘esportivo’ no fim de 2013 Para marcar o fim de linha do Citroën C4 Hatch, a marca lançou o C4 Competition em agosto de 2013. O carro foi vendido como uma edição especial, com foco num visual mais “ousado” e “esportivo”. Ele tinha como base a versão GLX 2.0 e tinha preço sugerido de R$ 58.760. Entre os diferenciais, o carro ofertava retrovisores com capas vermelhas, adesivo com o tema da versão nas laterais das portas, rodas de liga-leve de 16 polegadas com desenho exclusivo e calota central na cor vermelha e tapetes personalizados no interior. O carro podia ser encontrado nas cores branca (Blanc Blanquise), prata (Gris Aluminium) e preta (Perla Nera).   Fim de linha do C4 Hatch Em agosto de 2014, a Citroën decretou o fim de linha do C4 Hatch. O carro deixou de ser produzido na planta de El Palomar, na Argentina, e então parou de ser comercializado no mercado brasileiro. Ele abandonou as concessionárias meses após o C4 Pallas, que foi descontinuado para dar lugar ao C4 Lounge. Na ocasião, a Citroën disse que passaria a concentrar sua gama de hatches médios na linha DS, que oferecia o DS 4 por um preço bem mais elevado, de R$ 102.990. Para efeito de comparação, o C4 Hatch tinha preços que partiam na casa dos R$ 55 mil. Em seus quatro anos de vendas, o C4 Hatch emplacou quase 50 mil unidades.       Fonte: Notícias Automotivas  
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07/01/2019
Citroën C4 Cactus PCD muda de novo e ganha conteúdo
A Citroën decidiu rever mais uma vez sua versão do C4 Cactus para o mercado de pessoas com deficiência (PCD). Depois de rebaixar a opção do acabamento Feel para o Live, como anunciamos em 6/12, a marca francesa agora anuncia a versão Feel Business. A mudança traz acréscimos de equipamentos como central de áudio com tela de 7 pol e integração a Android Auto e Apple Car Play (em vez de sistema de áudio simples), câmera traseira de manobras, ar-condicionado automático e alarme perimétrico. Outros conteúdos são controles de estabilidade e tração e monitor de pressão de pneus. No entanto, itens como rodas de alumínio e faróis de neblina, presentes na Feel, continuam de fora, o que deixa o Business igual ao Live na aparência externa (o fabricante até usou as mesmas fotos para divulgação). O preço de R$ 55.228, depois dos descontos de impostos (IPI e ICMS), é o mesmo cobrado inicialmente pela versão Feel e depois pela Live, mas a Citroën esclarece que os clientes que compraram a Live receberão a nova opção sem custo adicional. O motor de 1,6 litro tem 115 cv com gasolina e 118 com álcool; está associado a uma caixa automática de seis marchas. Fonte: Best Cars
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